O que esperar do futuro da indústria automobilística?

Automação, digitalização de processos e muita tecnologia. Essa é uma boa descrição sobre o futuro da indústria automobilística. Por isso, aproveitamos o momento para elaborar este artigo completo sobre o tema, demonstrando o impacto da modernização no setor.

Para isso, reunimos as principais curiosidades no assunto: o que é a Indústria 4.0, o que esperar do futuro desse movimento, quais as principais tecnologias no departamento de compras, como a digitalização pode aumentar a competitividade e muito mais. Então, não perca tempo e acompanhe!

O que é a Indústria 4.0?

Para quem opera no setor, essa é uma ideia bem conhecida. A Indústria 4.0 nada mais é do que o conceito que aponta ao futuro da industrialização. Assim como a história nos conta sobre as três últimas revoluções industriais e seus avanços, a 4.0 chega para indicar a próxima etapa de modernização.

Aqui, vale a pena refrescar a memória. A primeira revolução industrial foi emblemática pelo emprego de mecanização, força hidráulica e máquinas a vapor. Já a segunda foi protagonizada pelo conceito da produção em escala, as linhas de montagem e o uso da eletricidade.

Por fim, houve a terceira, caracterizada pelo emprego de computadores e pelo breve início da automação. Agora, a indústria embarca em sua quarta revolução, protagonizada por tecnologias como Inteligência Artificial, Aprendizado de Máquina, Big Data, Internet das Coisas e afins.

Sem sombra de dúvidas, trata-se da revolução mais computacional de todas e, portanto, promete ser um período altamente promissor para o aumento da produtividade, simultâneo à redução dos custos e desperdícios — o que é um aspecto fundamental em termos de sustentabilidade.

No fim, essa transformação digital de alto desempenho não afetará apenas as indústrias automobilísticas, mas todos os demais segmentos do setor produtivo. Para atender às expectativas da era moderna, o digital não é mais um diferencial, mas sim, uma necessidade fundamental.

O que esperar do futuro da indústria automobilística?

Adaptação. Essa é a palavra que melhor define a situação desse mercado, que conta com um público em constante mutação de costumes, comportamentos e preferências. Com a sustentabilidade em alta, as montadoras parecem apostar pesado na eletrificação dos seus modelos.

Apesar de ser uma tendência de mercado, ela também impacta no que ocorre na indústria. Afinal de contas, é importante notar que a produção de veículos elétricos é repleta de tecnicalidades adicionais, que exigem uma modernização profunda dos parques industriais e suas rotinas.

Pelo que tudo indica, o futuro está paralelo à automação, que existirá dos níveis mais simples aos mais complexos. Em outras palavras, os próximos anos são caracterizados pela automação da linha de montagem, da emissão de contratos, do processo de compras e, até mesmo, da própria condução dos veículos.

Para alcançar essa eficiência, com plena otimização, velocidade e aproveitamento de recursos, as fábricas investirão pesado em tecnologia aplicada, aprimorando cada pequeno processo em sua cadeia operacional. Novamente, a tecnologia estará presente dos aspectos mais simples aos mais sofisticados.

Isso significa investir em ferramentas de assinatura eletrônica, plataformas de CLM, automação da emissão de contratos, modernização de linhas de montagem com robôs autônomos, implementação de dispositivos IoT por toda a fábrica, modernização da gestão de RH, e por aí adiante.

Qual a principal tendência para o processo de compras de insumos?

Como você já sabe, o cotidiano operacional de fábricas montadoras é altamente complexo e técnico, com muitos detalhes e peças se movendo simultaneamente. Em meio a essa complexidade, destacamos um setor que exige pontualidade e absoluta organização: o departamento de compras.

Em outras palavras, se esse departamento não age com a aplicação necessária para garantir o abastecimento de insumos à linha de montagem, a produção é paralisada. Isso implica em perdas potencialmente multimilionárias, geralmente, proporcionais ao tempo de ociosidade.

É com isso em mente que as principais marcas automotivas no mundo já investem pesado na digitalização plena desse setor. A tecnologia mais emblemática no segmento é a assinatura eletrônica, que combina validade jurídica, velocidade e autenticação.

Assim, trata-se de uma das ferramentas mais úteis e revolucionárias dos últimos tempos. Afinal, possibilitou o andamento de contratos, acordos e termos, permitindo que as empresas respeitassem a importância do distanciamento social.

Mas além de autenticar contratos a distância, a digitalização também aponta para outro detalhe importante, que é a gestão do ciclo de vida dos contratos e a automação da sua emissão. Tudo isso reduz negligências, equívocos, esquecimentos e quaisquer outras situações afins.

Como a digitalização pode aumentar a competitividade?

Na indústria, a compra de insumos é uma competência estratégica. Por serem aquisições volumosas, geralmente, negociando commodities e matérias-primas, é comum que os acordos de fornecimento sejam consolidados por meio de contratos atrelados a datas de vencimento e condições de dissolução.

Enquanto o período de vencimento está em vigência, não há problemas para o coordenador das compras, pois tudo corre de maneira autônoma. No entanto, é fundamental estar atento à data de vencimento, evitando a dissolução dos contratos e a perda de condições estratégicas.

É para isso que serve uma plataforma de gestão do ciclo de vida dos contratos, que monitora os vencimentos e termos de todos os seus contratos de compra, notificando a gestão sobre qualquer vencimento próximo, oferecendo antecipação estratégica para renovações e novas negociações.

Além dessa questão estratégica e comercial, também existe uma vantagem operacional. Em muitas fábricas, é comum que algum encarregado do departamento de compra supervisione o recebimento das mercadorias, assinando um termo de ciência sobre as quantidades e a qualidade do que foi descarregado.

Por fim, vale notar que a assinatura eletrônica permite que essa comunicação entre fornecedor, transportador e fábrica seja feita da maneira mais eficiente possível, com uma autenticação que atualiza sobre todos os nós da cadeia de fornecimento de maneira imediata, segura e prática.

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