Você realmente precisará redefinir o seu conceito de “mobilidade” ao se referir a alguns dos primeiros telefones móveis que surgiram no mercado. Os aparelhos sem fio datam de 1940 e 1950, pesavam assombrosos 35 quilos e só podiam fazer chamadas em carros. Na década de 1980, você poderia comprar um telefone celular de um pouco menos de 1 quilo, mas você precisaria de um singelo investimento de US$ 3 mil, algo em torno de R$ 8500!

Já avançando para os dias de hoje, existem mais dispositivos móveis do que pessoas no mundo e prevê-se que haverá mais de 11,6 bilhões de aparelhos conectados até 2020. Qualquer método de interação tradicional dos anos 80 foi substituído por smartphones, vendidos a preços muito mais acessíveis. E os tablets? Dependendo do modelo, o investimento é menor do que em um jantar de luxo!

Em qualquer lugar e a qualquer hora!

Com a tecnologia móvel se tornando cada vez mais econômica, fácil de usar e onipresente, nossa forma de trabalhar muda a cada dia. O trabalho no escritório tradicional ainda pode ser o status quo, mas o caminho para uma jornada de trabalho mais flexível, com trabalho remoto e, nos dias de atuais, o surgimento do nômade digital, já está sendo trilhado.

De acordo com uma recente pesquisa da Sociedade Brasileira de Teletrabalho e Teleatividades, 6% dos brasileiros empregados trabalham remotamente. Trabalhar de pijama, em um café perto de casa ou até mesmo em outro país, no estilo chamado nômade digital, poderia indicar um declínio na produtividade, mas a verdade é exatamente oposta a essa realidade. Um estudo realizado por um professor da Universidade de Stanford e Ctrip (a maior agência de viagens da China) descobriu que não só os funcionários remotos trabalhavam mais do que os seus homologados no escritório, como também eles eram mais produtivos!

Ainda que traga muitos benefícios, o trabalho remoto também tem suas desvantagens: ainda que não tenham distrações de colegas, os nômades digitais são suscetíveis a tudo que passa pelo seu dito espaço de trabalho – seja ele um restaurante, o quarto ou a praia. A interação social com parceiros de trabalho será bem menor e estes nômades podem enfrentar problemas para se adequar a uma rotina. Mas para muitos, isso não é nada ruim, já que a falta de rigidez simplesmente oferece mais flexibilidade para entregar resultados.

O trabalho flexível, remoto e nômade é uma tendência passageira ou um caminho para o futuro? É difícil dizer com certeza. Mas parece que os escritórios e a jornada de trabalho atual precisarão fazer ajustes para suprir esta nova demanda. Alguns até preveem que os nômades digitais ultrapassem um bilhão de pessoas em 2035.

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