Edge computing e cloud computing: entenda as diferenças

edge computing O alto volume de informações é uma das principais características da era digital, o que gera impactos significativos no universo corporativo. Por questões de organização, agilidade e segurança, as empresas já não podem mais contar com opções de armazenamento físico de arquivos.

É fundamental que utilizem sistemas de operação automatizados e bancos de dados informatizados para gerar, tramitar, compartilhar e guardar documentos. Nesse contexto, é muito comum a adoção de tecnologias como cloud computing e edge computing.

Por terem nomes parecidos e funções voltadas ao armazenamento inteligente de dados, essas soluções costumam ser confundidas pelo público. Mesmo tendo similaridades, elas são distintas, tornando importante entender no que consistem e quais são as suas diferenças para, então, saber qual delas é a mais adequada às demandas de um negócio.

Pensando nisso, neste texto explicaremos o que são o cloud computing e o edge computing, mostrando características, finalidades, particularidades e principais benefícios de cada uma. Confira já!

Entenda o que é cloud computing

Também chamada de computação em nuvem, a tecnologia cloud computing é uma ferramenta que permite a utilização de recursos computacionais de modo remoto a partir da conexão com a internet. Trata-se de uma solução de processamento e armazenamento de informações que dispensa a necessidade de dispositivos físicos.

Sua operacionalização é feita com base no funcionamento de servidores que são hospedados em datacenters, possibilitando o acesso de dados a longas distâncias apenas com alguns cliques.

Os servidores remotos utilizados na computação em nuvem conecta os dispositivos dos usuários a soluções centralizadas que armazenam os dados. Considerando o fornecimento e a manutenção da infraestrutura do cloud computing, essa tecnologia se subdivide em três tipos: o público, o privado e o híbrido.

A opção por uma delas envolve questões de demandas específicas, disponibilidade e orçamento da empresa. Para se ter uma ideia, na sequência, vamos abordar cada um desses formatos.

Nuvem pública

Tratam-se de recursos padronizados disponibilizados por outras corporações para que qualquer pessoa física ou jurídica possa contratá-los. O usuário tem a responsabilidade pelo que é enviado à nuvem, enquanto ao provedor cabem o gerenciamento e a manutenção dos itens armazenados. Os arquivos ficam disponíveis na web, podendo ser compartilhados de forma simultânea. É o formato de cloud computing mais econômico.

Nuvem privada

Toda a infraestrutura da nuvem é mantida pela própria empresa em seu domínio interno, a fim de deixar o acesso restrito apenas a usuários permitidos. Como o sistema é feito sob medida para a companhia, em geral, oferece funcionalidades e suporte personalizados que atendem às demandas específicas do negócio. É uma modalidade de cloud computing com valores de implementação mais altos.

Nuvem híbrida

É a junção da nuvem pública com a nuvem privada, o que possibilita o compartilhamento de informações entre os dois tipos de cloud computing. Dessa maneira, conforme as necessidades da companhia, os recursos podem ser utilizados de forma pública ou privada.

Por ser uma tecnologia na nuvem, o cloud computing não requer a instalação de softwares ou o download de arquivos. Portanto, é possível visualizar, criar, editar, proteger e compartilhar documentos de forma online, sem qualquer preocupação quanto ao local em que serão armazenados.

Assim, somente contando com um navegador e a conexão com a internet, o usuário dispõe dos recursos necessários para elaborar e tramitar contratos eletrônicos a partir das funcionalidades da plataforma Google Docs, por exemplo.

Recursos de cloud computing integram sistemas computacionais voltados para a realização dos mais diferentes procedimentos e operações no ambiente empresarial.

Além do gerenciamento de documentos em vários formatos, algumas soluções em nuvem funcionam como banco de dados, não só armazenando, como analisando informações quantitativas e qualitativas. Existem ainda as tecnologias de formalização de transações, que agrupam assinatura eletrônica e nuvem.

Saiba o que é edge computing

Podendo ser traduzido como computação de borda, o edge computing consiste em um conjunto de dispositivos capazes de efetuar processamentos e análises avançadas.

O princípio de funcionamento dessa tecnologia consiste na descentralização do processamento de informações, de maneira a aproximá-las de sua fonte. Logo, os mesmos equipamentos que produzem determinados dados são os responsáveis por processá-los, separá-los e analisá-los. Trata-se de um avanço da computação distribuída.

Com o edge computing, como o processamento de dados é feito diretamente para o local demandado ou a aplicação, não é preciso trafegar essas informações logo à nuvem. Elas vão primeiro para um gateway, que, estando mais próximo do perímetro, otimiza a conexão. Os serviços computacionais são executados nos nós dos dispositivos, fazendo com que o tempo de resposta e a latência sejam reduzidos.

Para se ter uma noção da eficiência dessa tecnologia, basta pensar em cada dispositivo como um pequeno datacenter, no qual os dados serão processados internamente, sem sobrecargas operacionais ocasionadas pela centralização.

Além disso, o edge computing pode dar suporte em momentos de instabilidade da computação em nuvem. Algumas das tarefas potencializadas pela computação de borda são o processamento de linguagens e a detecção facial.

Confira as particularidades entre edge e cloud

Antes de tudo, vale lembrar que edge e cloud são tecnologias distintas, mas que se complementam. Por isso, vamos mostrar as suas maiores especificidades, que são:

  • funções — o cloud levanta informações que serão monitoradas e geridas, para, então, criar bancos de dados utilizados por diferentes sistemas computacionais; o foco do edge é o desempenho de dispositivos que demandam conexões rápidas e altamente seguras;
  • integração e análise — enquanto no cloud computing os dados são integrados e analisados sistematicamente na nuvem, no edge computing o próprio dispositivo é capaz de fazer análises e processamentos avançados;
  • latência e rapidez — na computação em nuvem, em razão da centralização, as informações são processadas, integradas e compartilhadas com menor rapidez do que na computação de borda, que opera com tecnologia distribuída.

Com a adoção tanto do cloud computing quanto do edge computing, a empresa ganha maior proteção no gerenciamento de seus dados e otimiza a sua gestão de documentos. Isso produz ganhos consideráveis em termos de praticidade, segurança, agilidade e redução de despesas, assim como organização administrativa, comercial e financeira.

Essas características contribuem para a geração de melhorias em toda a cadeia operacional do negócio e o consequente aumento da produtividade de seus profissionais.

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