Como ser um bom gestor é uma pergunta que ronda a mente dos profissionais responsáveis por comandar uma área específica de um negócio ou até mesmo toda uma empresa. Diante da necessidade frequente de tomar decisões, prestar contas das atividades feitas, lidar com pessoas etc., tais gestores vivem o desafio constante de encontrar a fórmula do sucesso.

Se por um lado a busca por resultados cada vez melhores é um objetivo essencial à sobrevivência de qualquer gestor no mundo corporativo, por outro um relacionamento saudável com os colaboradores traz benefícios para a motivação e o engajamento da equipe. Além disso, o próprio gestor tem que balancear os momentos da vida pessoal e da profissional, para ter um desempenho satisfatório no longo prazo.

Confira, em seguida, 9 dicas para você melhorar a sua performance na gestão.

1. Ter reuniões colaborativas

Não há dúvida de que o tempo é um ativo de grande importância para o dia a dia do gestor, por isso, ele deve ter meios para desburocratizar tarefas e otimizar a própria presença. Contudo, quando se trata de reuniões, vale a pena abrir espaço para que os colaboradores e os convidados em geral participem de modo a enriquecer o diálogo.

Se no início dessa iniciativa houver muitas divagações, cabe ao gestor estabelecer critérios de participação e criar mecanismos para que a reunião seja a mais eficiente possível. Lembre-se de que a combinação de visões diferentes sobre uma mesma situação pode acelerar o alcance do resultado almejado pela empresa.

2. Dedicar-se à capacitação constante

O mundo contemporâneo é marcado por constantes atualizações de tecnologias e de conhecimentos. Em um cenário assim, ficar dois anos sem cursos ou sem certificados extras pode significar um atraso considerável na carreira de um gestor.

Com o fluxo contínuo de informações presentes na internet, o profissional deve ter a capacidade de aprender rápido, para aplicar o conhecimento adquirido e mostrar resultados para a empresa. Nesse sentido, quem quer aprender como ser um bom gestor, não pode negligenciar o aprendizado como forma de melhorar a própria performance.

3. Incentivar a cultura de resultados

Uma organização vive de resultados, além de estar frequentemente envolvida em um cenário de grande competitividade. Ciente dessas circunstâncias, o gestor deve estabelecer metas claras para si mesmo e para o restante da equipe.

Quando todos os profissionais têm consciência do próprio papel dentro da empresa, possuem meios técnicos e treinamento para realizar as tarefas e sabem exatamente como serão avaliados, as relações internas tendem a ser mais objetivas.

Dessa maneira, o gestor otimiza eventuais cobranças bem como evita o jogo de empurra entre os colaboradores. Quando todos os profissionais estão engajados na busca das metas, as chances de a empresa obter os resultados esperados são muito maiores.

4. Dar e receber feedbacks

O gestor é alguém que interage diariamente com várias pessoas da equipe. Muitas vezes cabe a ele ser um facilitador na conquista de tarefas conjuntas, que envolvam diversos profissionais, sem que necessariamente eles possam se comunicar de forma direta.

Para que o relacionamento interno seja sempre pró-ativo, o gestor deve manter uma postura aberta para dar e receber feedbacks construtivos. Quando ataca os problemas de maneira racional, sem expor os colaboradores a constrangimentos, o gestor fortalece vínculos de confiança e abre a oportunidade de um diálogo sincero com os membros da equipe.

Dessa maneira, a probabilidade de ele ser atendido em pedidos é maior, sem que o colaborador fique ressentido. Sob outro enfoque, o gestor também deve se manter aberto a receber a opinião da equipe e de eventuais superiores, de modo a aperfeiçoar a própria atuação.

5. Reduzir custos de forma inteligente

Em quase todas as organizações, os gestores são cobrados por redução de custos, seja como forma de aumentar a competitividade do negócio ou elevar a lucratividade da empresa. Diante desse constante desafio, muitos profissionais partem para o caminho mais fácil, que é o corte de pessoal. Contudo, tal tática pode ser muito prejudicial para os resultados empresariais, pois com as demissões o negócio joga fora o investimento em treinamento, sem contar os eventuais gastos com novas contratações.

Como alternativa viável a esse quadro, o gestor pode buscar reduzir custos por meio da eliminação de gargalos ao longo do processo produtivo, como gastos elevados com papel, energia, telefone etc. Ao implantar ferramentas tecnológicas capazes de encurtar distâncias e desburocratizar o serviço, o gestor cria as condições para naturalmente a empresa gastar menos.

6. Estabelecer prioridades

Quem busca saber como ser um bom gestor não pode se esquecer da administração do tempo e da definição de prioridades no dia a dia profissional. Nesse contexto, quando falta planejamento, a tendência é que o gestor tenha que apagar incêndios e ter uma agenda baseada em atividades urgentes.

Pelo contrário, quando o responsável pela gestão elenca prioridades de curto, médio e longo prazo, com status para cada tipo de atividade, ele reorganiza a própria agenda e passa a ter uma eficiência muito maior na rotina diária. Dessa forma, sobra mais tempo para decidir questões estratégicas do negócio em vez de se envolver demais em assuntos operacionais.

7. Ter foco na lucratividade e na eficiência dos processos

O bom gestor não pode perder de vista a saúde financeira da empresa, caso contrário a própria administração está em risco. Ao mapear fontes de receitas e de despesas, bem como o fluxo de caixa da organização, o gestor passa a ter os dados à mão e, com isso, pode implementar estratégias de aumento das vendas.

Além disso, cabe ao gestor avaliar continuamente os processos da empresa, para encontrar eventuais falhas ou gargalos e, dessa forma, otimizar os fluxos internos e externos. Ao retirar esses entraves, a organização ganha em eficiência e passa a ser mais competitiva no mercado em que está presente.

8. Definir limites entre vida profissional e pessoal

Pouco se adianta nutrir uma autoimagem de Super Homem, pois todo profissional também possui a própria vida pessoal para cuidar. De certa forma, o ideal é que haja equilíbrio entre essas duas esferas da existência. Afinal, se um dos lados da balança passa a pesar demais, a tendência é que haja consequências negativas para a performance do ser humano como um todo.

Se o gestor se dedica muito ao trabalho, a ponto de deixar de lado a família e o lazer, corre o risco de ficar bastante estressado e até ter problemas de saúde. Logo, o gestor deve ser capaz de não só administrar um negócio como também gerenciar a própria vida, com as várias áreas nela presentes.

9. Comprometer-se com a inovação

Uma empresa rígida e fechada para inovações tende a se tornar obsoleta no decorrer do tempo. Ao assumir essa postura, o negócio fica facilmente vulnerável à concorrência. Para não ficar para trás no mercado, a organização deve favorecer a cultura da inovação internamente e buscar melhorias externas.

Nesse sentido, o gestor tem um papel fundamental de ser um promotor das iniciativas inovadoras. Por exemplo, ao rever os processos e as tecnologias utilizadas a cada trimestre, o gestor não só avalia se a empresa está no rumo certo como também evita a acomodação das equipes.

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