Não seria exagero dizer que o fenômeno “cloud computing” está entre as 5 mais importantes novidades dos últimos 20 anos. Isso mesmo: se hoje falamos sobre o uso da computação neuromórfica para criar próteses inteligentes (ou na realidade aumentada para fazer cirurgias a distância) é porque o desenvolvimento dos diversos tipos de cloud computing nos permitiu chegar a esse cenário.

A computação em nuvem foi responsável pela captura, compartilhamento, manipulação e análise de uma infinidade de dados, criando base para inúmeros pontos de transformação digital que vieram em seguida. Big Data, Internet das Coisas (IoT) e aprendizado de máquina são apenas alguns dos “filhos” do cloud computing.

Muito além de armazenamento de arquivos, a nuvem disponibilizou um horizonte ilimitado de recursos de processamento e memória, abrindo portas para robôs, drones, impressoras 3D e muito mais. No ambiente corporativo, permitiu às empresas reduzir custos com hardware, intensificar o trabalho compartilhado e apostar no teletrabalho para aumentar a produtividade.

Mas quais são os tipos de cloud computing? Como transformar uma empresa comum em outra inteiramente digital, tomando a nuvem como ponto de partida? É isso que você verá a partir de agora. Continue a leitura e saiba mais!

Qual é o caminho de evolução da nuvem?

Falar em nuvem é inevitavelmente falar em virtualização de recursos, serviços sob demanda, escalabilidade e elasticidade. Até a década passada, por exemplo, ter um parque tecnológico moderno era privilégio apenas das multinacionais, que tinham capital em abundância para investir pesado em servidores máquinas, ativos de rede e softwares de última geração.

O custo com licenças de aplicações, atualizações e manutenção permanente fazia da TI uma joia para poucos. O mercado convivia com empresas digitalizadas e outras ainda soterradas por papéis, sofrendo para se manterem vivas. Mas entramos na década de 2010 e tudo mudou. E em ritmo acelerado.

O termo “nuvem”, segundo a literatura especializada, foi mencionado pela primeira vez em 2006, em uma palestra de um alto funcionário da Google sobre gerenciamento de data centers. Nos anos que se seguiram, muitas criações de recursos virtualizados foram dando a forma que os tipos de cloud computing têm atualmente.

Hoje, nuvem é sinônimo de uma coleção de computadores interconectados e à distância do usuário final. Por meio de um acordo de serviços entre um prestador e a empresa-cliente (ou pessoa física), tem-se acesso, com segurança de nível bancário, a uma infinidade de operações.

A nuvem democratizou a TI de alta performance, permitindo sua comercialização “como serviço”, ou seja, mediante pagamento de mensalidade correspondente à estrita medida das funcionalidades utilizadas. Não é mais necessário pagar por licenças, atualizações ou manutenções.

Quais são os tipos de cloud computing?

Existem muitas classificações para as abordagens em nuvem, mas as mais importantes são as que se referem ao modelo de serviços (SaaS, IaaS e PaaS) e ao modelo de implantação (pública ou privada). Vamos falar inicialmente da primeira categoria.

As soluções em nuvem, quanto ao seu modelo de serviços, são divididas em 3 camadas que se autocompletam.

Infraestrutura como Serviço (IaaS)

Comumente utilizada por gerentes de sistemas na criação de máquinas virtuais, sistemas operacionais, memórias virtuais etc. É a camada mais profunda da nuvem. Seu principal objetivo é desenhar um ambiente sob demanda, de fácil compreensão ao usuário final e com múltiplos recursos disponíveis.

Plataforma como Serviço (PaaS)

Camada intermediária entre os tipos de cloud computing, sendo composta por hardwares virtuais oferecidos como serviço (os quais são virtualizados e disponibilizados pela internet por um fornecedor especializado).

Sua presença assegura o desenvolvimento de aplicações sem preocupação com capacidade de servidores, realização de testes e análises de montanhas de dados, integração com bancos de dados etc. A Plataforma como Serviço (PaaS) é mais usada pelos desenvolvedores na integração de aplicações, experimentações e inserção de frameworks.

Software como Serviço (SaaS)

Por fim, a camada mais externa e perceptível da nuvem. O Software como Serviço (SaaS) é composto por um grupo de aplicativos executados diretamente no ambiente virtual, por meio de uma interface disponibilizada na web. É mais utilizado pelo usuário final para acesso a e-mails ou aplicativos de escritório (ERP, CRM e plataforma de assinatura eletrônica, por exemplo).

Quais são os mais conhecidos modelos de implantação de um serviço em nuvem?

Nuvem privada

Na nuvem privada, os recursos são alugados ou reservados a um único usuário, de forma que toda uma infraestrutura de servidores, por exemplo, seja operada exclusivamente pelo cliente contratante. Entre as suas vantagens, estão maior segurança, flexibilidade e possibilidade de personalizações. Como desvantagem, o custo (que pode ser elevado).

Nuvem pública

Na nuvem pública, toda a infraestrutura do fornecedor é compartilhada igualmente por todos os usuários, o que significa, por um lado, custos mais baixos (ou serviços gratuitos), mas, por outro, menor nível se segurança e menos flexibilidade.

Entre os dois tipos de cloud computing, esse é o mais usado, especialmente por pessoas físicas.

Como escolher o tipo de cloud ideal?

No que se refere ao modelo de implantação, ambos os formatos (público e privado) são relevantes, a depender das aplicações ou arquivos utilizados.

Em muitos casos, recomenda-se a adoção de um modelo híbrido, no qual suas informações mais críticas ou aplicações mais sensíveis fiquem hospedadas em nuvem privada, com os demais documentos e softwares menos relevantes permanecendo em nuvem pública. Com isso, você agrega custos baixos e alto nível de segurança.

Já pensou em usar uma estratégia multicloud?

Por que utilizar a nuvem para fazer sua gestão de documentos?

Quem trabalha com os mais diversos tipos de cloud computing pode colocar seus funcionários para trabalhar remotamente (home office) ou aderir ao BYOD (“Bring Your Own Device”, modelo em que os colaboradores acessam os sistemas da empresa a partir de seus próprios celulares, o que reduz quase a zero os custos corporativos com hardware).

Quem trabalha na nuvem tramita todo o seu patrimônio de informações no ambiente digital, da origem ao armazenamento (passando pela assinatura eletrônica), sem a necessidade de fazer a impressão de uma só folha de papel.

Quem atua nessa dimensão, por fim, praticamente elimina as chances de ter problemas de extravios de documentos, fraudes de assinatura ou busca de espaço físico na empresa.

Sem papel, há custos mínimos com escritório, mais agilidade na localização de informações e trabalho intenso com Big Data (porque os dados estão agregados e são digitais, de fácil manipulação por superprocessadores). Uma empresa mais digital é, definitivamente, uma empresa mais inteligente.

O passo fundamental para alcançar esse nível de transformação digital em uma empresa é migrar sua gestão de documentos para a nuvem. Atualmente, existem modernas plataformas de gestão documental que garantem não somente o armazenamento seguro de arquivos, como também sua assinatura eletrônica.

Basta acessar o sistema por login/senha (a aplicação também tem camadas adicionais de segurança, como autenticação de dois fatores e backups automáticos). Você se loga na plataforma, faz o upload do documento no Word ou Google Drive, por exemplo, indica com o cursor o local das assinaturas, registra sua firma e aponta os e-mails e locais para inserção de firma dos demais signatários.

Ao clicar em “enviar”, um e-mail será disparado aos demais interessados, que poderão assinar um contrato em poucos minutos, ainda que estejam em países diferentes. Isso é nuvem. Isso é o futuro dos negócios no mundo.

Mais de 200 milhões de usuários não podem estar errados. Faça um teste gratuito da plataforma de assinatura eletrônica DocuSign por 30 dias e descubra por que tantas empresas já aderiram a essa forma revolucionária de desburocratizar processos! Conheça na prática as vantagens dos mais diversos tipos de cloud computing!