Você já ouviu falar da “uberização”? Como dá para imaginar, o termo surgiu após a Uber mudar o cenário do transporte particular ao redor do mundo, revolucionando a realidade de passageiros e motoristas. Com alguns cliques no celular, o usuário aguarda poucos minutos para ser levado a qualquer lugar, de onde quer que esteja, e o faz esperando um carro limpo, confortável, com temperatura ideal e sua rádio favorita.

Você, eu e a vasta maioria de nossos contemporâneos são chamados de consumidores 3.0. Somos mais antenados, mais informados, temos mais poder de argumentação e novos padrões de exigência. Nosso arco é um smartphone e as flechas são os milhares de notícias, reviews, tutoriais, feedbacks e avaliações que outros usuários fornecem ao alcance de um clique, e entendemos como alvo as empresas, produtos e serviços que contratamos diariamente de forma mais dinâmica do que nunca.

Ao mesmo tempo em que esse cenário representa um desafio para as marcas, também possibilita a criação de estratégias mais precisas de marketing e posicionamento.

Você já faz compras no supermercado sem precisar sair do sofá, já conclui transações bancárias complexas sem precisar buscar a carteira, já mobília sua casa sem visitar uma loja de departamento, reserva hotéis em outros países de dentro do seu quarto e por aí vai? Sua vida já se incorporou ao ambiente digital – logo, por consequência, você espera que as empresas que fazem parte dela também sejam assim.

Além disso, graças ao seu arsenal de informações colhidas das mais diversas formas, você sabe que é muito difícil para uma empresa te ludibriar. Com poucos minutos de pesquisa é possível saber os riscos, os benefícios, as possibilidades e, é claro, as propostas da concorrência.

Como servir o consumidor 3.0?

Da mesma forma que a maneira de fazer marketing para este público muda a todo momento, o processo de vendas também sofre constantes alterações. E para conseguir acompanhar o mercado, é imprescindível se preparar para atender os consumidores digitais como eles esperam.

Para começar, o consumidor 3.0 não quer perder tempo com burocracia – e inevitavelmente vai criar elos negativos com as empresas que o forçam a interagir com processos analógicos. Sempre que possível, na verdade, ele vai preferir negociar pelo celular para facilitar ao máximo qualquer transação.

Nessas circunstâncias, a assinatura eletrônica sem dúvidas surge como uma ótima aliada dos vendedores. Com esse recurso, é possível fechar contratos e determinar alterações de cláusulas sem as tradicionais idas e vindas dos documentos pelo correio – os contratos são assinados e devolvidos em questão de minutos e as vendas são concretizadas com muito mais rapidez, deixando os clientes muito mais satisfeitos não só com o resultado, mas durante todo processo.

A partir disso, além de ágil, seu time de vendas deve ser extremamente bem treinado e ter acesso a informações vitais para a negociação – afinal, não há nada pior para um potencial cliente do que um vendedor confuso.

É bom lembrar: a experiência do cliente é sempre pensada do ponto de vista dos consumidores e nunca da empresa.

Aliás, para que os vendedores possam ser mais dinâmicos em sua rotina, também faz bem adotar ferramentas que os ajudem diretamente – softwares que centralizam todas as informações relacionadas a um lead, por exemplo. Mas é claro que não adianta buscar adotar todas as ferramentas de produtividade disponíveis no mercado sem antes escutar os colaboradores e entender suas principais necessidades.

Por fim, este novo perfil de consumidor quer ser surpreendido, e para isso é importante trabalhar para que sua experiência com a empresa vá além de uma interação positiva; é o que chamamos de experiência do consumidor, que contempla toda a jornada do cliente, desde o primeiro contato com a marca (uma interação no Facebook ou uma busca no Google) até o fechamento do negócio.

Quer ver cinco dicas rápidas de como fidelizar clientes por meio de uma experiência inigualável? Baixe nosso e-book e mude a realidade de quem faz negócio com sua empresa.