Entrando em vigor no dia 25 de maio, a GDPR é a mais nova e abrangente lei de proteção de dados da União Europeia, considerada por muitos o desenvolvimento jurídico mais significativo no que diz respeito a segurança de informações online dos últimos vinte anos.

Mas, por se tratar de uma decisão que funcionará em território europeu, há quem imagine que a nova regulamentação não vai impactar os negócios aqui no outro lado do Oceano Atlântico – afinal, de fato, o quadro de proteção que subsiste até o momento se aplica apenas a empresas estabelecidas na UE, ou que utilizem equipamento de processamento de dados (como servidores) localizados na Europa.

Acontece que a GDPR possui uma abordagem muito mais ampla, propositalmente dilatando seu raio de alcance para além do Velho Continente. Portanto, além das novas leis se aplicarem a toda empresa estabelecida na Europa, entram na jogada quaisquer companhias ao redor do mundo que ofereçam serviços (inclusive gratuitos) a indivíduos da União Europeia e/ou que monitoram comportamento de indivíduos na União Europeia (usando tecnologias de anúncios ou de análises, por exemplo).

Se você fizer negócios na União Europeia, onde quer que você e sua empresa estejam, cumprir com a GDPR será imprescindível.

Na prática, então, diversas empresas globais sediadas fora do continente europeu – que não precisavam se preocupar com a proteção de dados sob a regulamentação vigente até o momento – serão capturadas pela GDPR e deverão estar de acordo com as novas leis a partir do próximo dia 25.

Neste contexto, é necessário entender como é que as empresas nacionais serão afetadas para que não haja desacordo com as novas (e mais rígidas) imposições de segurança da informação, mas pode ser muito difícil atingir um nível tão alto de aderência às normas que serão implementadas sem o suporte adequado – afinal, o problema da maioria das organizações é que seus sistemas de back-end não registram o nível de informação necessário para verificar se foi obtido um consentimento válido, inequívoco ou aceitação contratual. E é aí que entra a DocuSign.

Uma plataforma digital, neste caso, pode melhorar a capacidade de uma empresa em cumprir os requisitos de consentimento da GDPR, aprimorando a segurança e a credibilidade de seus processos, além de torná-los mais rápidos e fáceis para todos os envolvidos – até porque os clientes passarão a poder interagir com documentos à partir de seus dispositivos móveis, onde quer que estejam, e estarão seguros de que podem fornecer consentimento sem ter que sacrificar uma experiência simples e fácil de se usar, enquanto as empresas terão uma trilha de auditoria digital para demonstrar que tomaram as medidas apropriadas em linha com a GDPR.

Além da aderência à GDPR, esse marco oferece uma oportunidade para embarcar em uma transformação digital que melhora a experiência do cliente.

Ao buscar uma solução para resolver estes novos desafios de compliance, porém, é importante revisar e analisar como os fornecedores deste serviço abordam essa ampla gama de considerações da GDPR. Se a proteção de dados é a base do regulamento, a transição consequentemente requer a ajuda de empresas que priorizem a privacidade e segurança dos dados de seus clientes, atendendo aos padrões de segurança europeus e internacionais; por isso a DocuSign está se preparando para essa nova regulamentação há mais de dois anos, reforçando sua conformidade com todos os requisitos apresentados.

Faltam duas semanas para a grande mudança, e se a GDPR pode afetar seu negócio, clique aqui e entenda como a DocuSign pode te ajudar a andar na linha sem preocupações.

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