Vamos falar um pouco sobre a história das assinaturas, desde seu começo, no papel e tinta, até os dias atuais, que são poucos cliques. Apesar de muitos acreditarem que a assinatura é apenas um símbolo no papel, a palavra em si traz mais significado. Ela vem do latim “SIGNARE” e quer dizer “dar validade” – ou também podemos compreender como o ato de dar sua autoria aquilo.

Hoje, achamos isso algo simples e comum. Porém, há 1000 anos, ninguém sabia o que fazer direito com isso. No começo de tudo, girar o pulso com a caneta e criar um símbolo único era algo extraordinário e inovador.

Bom, vamos seguir um raciocínio sobre a questão da “assinatura”, que traz mais significados consigo do que o exposto no dicionário. Podemos pensar que a primeira coisa que vem em mente é uma marca pessoal. Afinal, o símbolo nos representa, como algo único que fizemos para atestar nossa autenticidade.

Aqui podemos pensar em outra questão…

Ninguém pode dizer quando exatamente nos tornamos conscientes sobre quem somos e precisamos atestar isso para os outros, mas isso pode estar ligado fortemente com a assinatura.

A história nos mostra que há 1069 anos, um nobre castelhano e comandante militar chamado El Cid registrou a seguinte imagem:

A partir desse momento, a assinatura era usada, em sua maioria, por nobres e fazia o mundo ter consciência da existência deles, de suas personas. Era o jeito de deixar a marca de cada um.

Mas não eram apenas essas pessoas que tinham algo ligado a exprimir sua existência e registro. Uma casa/dinastia/família, cada uma delas tinham suas marcas construídas, podia ser um selo para cartas ou carimbo, dependendo do país ou região.

O selo de carta, por exemplo, significava privacidade (o documento estaria fechado, enquanto não rompessem o lacre), honra e a promessa de autenticidade. Então, você podia confiar no conteúdo da mensagem desse grupo de pessoas, pois só eles teriam a posse do instrumento para fazer esse selo, o carimbo selador.

Fonte: Lancedehmracing

Com todo esse peso do significado da “assinatura” explicado, vamos seguir em frente. Hoje, poderíamos substituir essa marca, feita com o bastão e cera, pelo que chamamos de logo. Mas esses podemos encontrar em todos os lugares, as vezes até um pouco parecidos, não é mesmo? Esses que passam por processos judiciais de propriedade intelectual ou outras maneiras de protestar a posse do significado de uma imagem.

Agora podemos imaginar pela quantidade de famílias e pessoas nesse mundo, fora as empresas, uma grande quantidade sem fim de logos. Sem contar a questão do significado de todos esses símbolos. Enfim, uma hora, não vai mais dar certo. Concorda?

Já no mundo digital, existe uma maneira de termos muitas assinaturas. A humanidade criou computadores que fazem contas absurdamente complexas, com números imensos. Quando criamos imagens, combinamos diversos pixels que formam diferentes figuras, são leões, tigres, borboletas, enfim, todos sem coincidirem um único ponto. E são esses símbolos que usávamos para representar casas/famílias/dinastias/empresas.

Com tanta tecnologia, ficou lógico que, ao invés de utilizar caneta, papel e movimentos com o punho, utilizássemos a tecnologia para ajudar com a questão de afirmar nossa identidade. Mas, descobrimos que é possível fazer uma mistura de ambos, visual e comprovação.

Então, podemos até utilizar o mesmo símbolo – bem incomum, mas possível -, porém, é possível fazer a distinção entre as pessoas. Até melhor, podemos mudar a imagem sempre que quisermos e continuamos com a mesma identidade. Basta uma combinação de códigos que nomeamos de assinatura eletrônica e… voilà!

A assinatura eletrônica nos proporciona continuar a nossa cultura, com todos os nossos símbolos e seus significados com uma melhoria: a possibilidade de mudanças, sem perder a essência.

Assim como temos o conceito de mudança de forma no mundo animal, como a borboleta, porém, o ser é o mesmo.

Não é uma coincidência chamarmos de assinatura, mesmo eletrônica. Como humanos, gostamos de histórias, ainda mais quando existe um plot twist (termo utilizado no cinema para aquela mudança inesperada no roteiro que transforma tudo). Ou seja, pouca mudança, se torna cópia, muita mudança, não é bem aceito.

Assim, como nas telonas, a assinatura quando muda um pouquinho, deixa de ser você. Mas com a assinatura eletrônica, podemos ajeitar nossa própria histórias, nos reposicionando imageticamente como queremos. Com a grande diferença de que existe a criptografia para confirmar que continuamos sendo nós mesmos.

O mundo está cada vez mais se adaptando para a nova realidade digital. O papel ainda tem muita função, mas com o tempo, seus usos vão ser substituídos por ferramentas mais sustentáveis, versáteis e rápidas. Sem contar que a assinatura eletrônica ainda supre a questão nostálgica de ter um símbolo registrado no documento digital.

Podemos dizer que estamos no nosso momento de plot twist da história, quando nos adaptamos a nova realidade com poucas transformações. Ou seja, deixamos atividades no papel de lado e passamos a utilizar ferramentas digitais.

Então, podemos dizer que cada vez mais sentimos o peso da necessidade de mudar e participar do que chamamos de Transformação Digital. Bom, o primeiro passo para começar uma na sua empresa é garantir que independente das mudanças, a sua existência seja sempre a mesma. Para garantir isso, é imprescindível aderir ao uso da assinatura eletrônica.

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