O que esperar do futuro da indústria farmacêutica? Entenda

Em tempos de pandemia, poucos são os setores capazes de demonstrar sua importância. Hoje, falaremos sobre um segmento especial que vem se demonstrando indispensável para a travessia da crise. Afinal de contas, você saberia dizer como será o futuro da indústria farmacêutica? Caso não, sem problemas.

Essa é uma percepção que geralmente está restrita entre aqueles que trabalham no segmento, mas vamos além. Que essa indústria tem um futuro garantido, todos sabemos. Mas quais as tendências para o amanhã desse mercado? Isso é o que você descobrirá agora!

Um panorama do setor farmacêutico

Antes de qualquer coisa, é importante observar um quadro geral, entendendo como esse setor reagiu aos desafios e às necessidades da pandemia. Historicamente, crises sempre criam dois efeitos substanciais no amplo mercado: as dificuldades generalizadas e as oportunidades estratégicas.

As dificuldades representam o conjunto de obstáculos que prejudicam o funcionamento da maioria dos setores. Na pandemia recente, os principais afetados foram o turismo, a hotelaria, o transporte aéreo, o entretenimento e por aí adiante.

Afinal, todos esses segmentos exigiam, invariavelmente, a presença física dos seus consumidores, o que era viável em um tempo em que não era preciso combater o contágio. Com as importantes medidas de distanciamento, todos eles (e outros) foram severamente impactados.

Por outro lado, as crises criam oportunidades pontuais, geralmente restritas a empresas que estão estrategicamente posicionadas no mercado. Aqui, destacamos setores como o e-commerce, as soluções de tecnologia, a autenticação digital e, evidentemente, a farmacologia.

Não por coincidência, esse é o setor que mais tem a ganhar em uma crise de saúde generalizada, pois é o nicho mais especializado na produção de soluções contra o catalisador do problema. Nesse caso, a solução oferecida pelo segmento são os remédios e as vacinas.

Consequentemente, as ações das empresas farmacêuticas dispararam ao longo dos últimos anos (2020-2021), surfando na euforia do mercado, que foi abastecida pela expectativa das vacinas e pelo aumento nas receitas, provocado pela entrada de mais recursos diante de tanta demanda.

Porém, também vale olhar para um futuro próximo. Mundialmente, existem alguns fenômenos demográficos em curso. O primeiro é o aumento generalizado da expectativa de vida. O segundo é a redução da taxa de natalidade. Em outras palavras, as pessoas estão vivendo mais e procriando menos.

Isso faz com que a demografia envelheça, resultando em populações mais idosas. À parte das implicações econômicas disso para os países e seus mercados, é importante notar que o principal público consumidor do mercado farmacêutico, em volume e recorrência, são as pessoas de faixas etárias mais elevadas.

Como se não bastasse o aumento do público majoritário, também é importante notar o incentivo que essa indústria receberá nos próximos anos, sob a forma de estímulos financeiros e educacionais, direcionados à pesquisa e ao desenvolvimento de novas tecnologias.

Como exemplo, vale destacar as pandemias, que são parte da nossa história, vide H1N1 em 1918, H2N2 em 1957, H3N2 em 1968, H1N1pdm09 em 2009 e SARS-Cov-2 em 2019. Por isso, economias de todo o mundo já reconhecem a importância de inundar a área com ainda mais recursos, justamente para antecipar as soluções dos próximos embates.

O futuro da indústria farmacêutica

Agora que você tem uma noção ampla sobre o futuro dessa indústria, chega o momento de conhecer as principais ferramentas que permitirão ao setor atender às expectativas da população. Existem dois temas centrais nesse segmento: a tecnologia e a sustentabilidade. Abaixo, explicamos com mais detalhes!

Sustentabilidade

Felizmente, a responsabilidade socioambiental está se tornando uma tendência. Aqui, vale lembrar de que muitas das empresas farmacêuticas, sobretudo as líderes de mercado, têm seu capital aberto nas bolsas de valores — ou seja, são listadas no mercado de ações.

Por conta disso, as gestões estão, mais do que nunca, cientes do impacto reputacional sobre a valoração do negócio. É nesse cenário que as farmacêuticas estão cada vez mais orientadas às práticas e certificações ESG — Environmental, Social and Governance.

Atualmente, a sustentabilidade corporativa é muito mais do que um manifesto de ética ambiental, pois passa a ser uma ferramenta de sobrevivência no mercado — o que, felizmente, interfere nos métodos de fabricação, extração de matéria-prima, contratação de profissionais, gestão de pessoas e por aí adiante.

Tecnologia

Não há como imaginar o futuro dessa indústria sem pensar em muita tecnologia. A inteligência artificial é, sem sombra de dúvidas, a tecnologia do momento. Atualmente, o conceito computacional ajuda as farmacêuticas em dois campos muito claros: a etapa de pesquisa e desenvolvimento e a agilização de processos internos. Enquanto a IA colabora com criação de medicamentos, também revoluciona como a indústria lida com a gestão dos seus contratos e acordos comerciais, agilizando processos, reduzindo custos, prevendo demandas, protegendo dados, oferecendo insights de marketing e mais.

Em seguida, destacamos a digitalização dos processos. Com soluções como eSignature e o CLM, as empresas digitalizam toda a cadeia de eventos envolvendo assinaturas eletrônicas e gestão do ciclo de vida dos contratos, o que colabora com o processo de compras, vendas e contratações.

Por fim, a automação industrial. No estágio atual, estima-se que boa parte da industrialização farmacêutica já seja automatizada. No entanto, ainda é possível implementar mais robótica, machine learning, big data e inteligência artificial para maximizar o controle da qualidade e o nível de produtividade.

O impacto da digitalização nesse cenário

Como apontamos acima, a digitalização é uma das chaves para a transformação do setor. Se você opera no relacionamento com fornecedores, basta considerar o ganho em produtividade e eficiência na adoção generalizada da assinatura eletrônica.

Afinal, vale lembrar de que, com o DocuSign eSignature, 82% dos contratos são concluídos em menos de um dia, enquanto 44% destes são finalizados em menos de 15 minutos, oferecendo precisão, validade jurídica e velocidade para a sua empresa.

Para encerrar, outra forma de perceber a penetração dessa tecnologia na sociedade é observando a recente aprovação da assinatura eletrônica em laudo médico. Em nossa visão, isso indica um marco importante não só na telemedicina, mas na digitalização dos relacionamentos comerciais no Brasil.

Agora que você tem uma noção ampla sobre como a digitalização participará do futuro da indústria farmacêutica, aproveite o momento para garantir a modernização dos seus processos. Para isso, basta acessar nosso portal e entrar em contato!

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