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Negócios sustentáveis: entenda como fazer em qualquer empresa

Quando falamos em sustentabilidade de maneira geral, é normal pensarmos em ações que buscam preservar a natureza, produzindo menos poluição ou gerando menos desperdício, por exemplo. Mas e quando o assunto é negócios sustentáveis? Aí o termo se amplia, incluindo a Responsabilidade Social Corporativa (RSC), fator que vem sendo cada vez mais percebido como diferencial competitivo para as organizações.

Na prática, a RSC é uma ferramenta importante para aumentar a reputação da empresa junto aos clientes e à comunidade, que, por sua vez, estão cada vez mais criteriosos no momento de escolher as empresas com as quais se relacionam. Além disso, a RSC ainda pode ajudar o negócio a rever processos internos, aumentando a produtividade e diminuindo seus custos.

Pensando nisso, resolvemos preparar uma lista de ações que sua empresa pode tomar desde já para criar políticas de responsabilidades social e colocá-las em prática, atingindo com isso resultados mensuráveis. Ficou interessado? Então continue lendo!

Olhando para a comunidade

Empresas de mineração e construção civil sempre encontram desafios para lidar com a comunidade que vive no entorno de suas plantas ou sedes. Afinal, esse tipo de atividade é visto como muito impactante tanto em relação ao meio ambiente quanto no que se refere ao deslocamento de grandes massas de trabalhadores, modificando bastante a vida nos locais em que se estabelecem. A melhor solução para lidar com esses desafios de modo responsável é abrindo canais de comunicação com as pessoas afetadas.

A Anglo American, por exemplo, trabalha com o Fórum Comunitário, encontros em que os moradores podem levar suas queixas e opinar sobre os investimentos sociais da empresa naquela cidade. O propósito é compensar qualquer desconforto causado por suas atividades. Em 2015, por exemplo, mais de 5 milhões de reais foram direcionados a investimentos sociais graças ao Fórum.

A lição aqui é simples: a empresa precisa se integrar ao local onde atua, sendo capaz de identificar os transtornos causados por ela e se mantendo aberta para discutir soluções que minimizem ou até acabem mesmo com os problemas. A empresa ainda pode propor maneiras para que as pessoas das comunidades locais também tenham acesso a bons serviços, como cursos profissionalizantes.

Protegendo a natureza

A verdade é que o consumidor médio nunca esteve tão sensível às questões ambientais. Encontrar produtos que não destruam o meio ambiente, não gerem desperdício ou não afetem a sobrevivência e a dignidade de animais são preocupações reais do consumidor do século XXI. E isso impacta até as indústrias que antigamente eram vistas como vilãs.

Um bom exemplo vem de uma das maiores petroquímicas do mundo: a Braskem. O negócio vem investindo no uso de materiais reutilizáveis e é considerado pioneiro no uso massivo do plástico verde, material feito a partir de matérias-primas renováveis.

O importante é entender que responsabilidade social deve vir acompanhada de investimentos em inovação e tecnologia. É por isso, por exemplo, que a Braskem investe na contratação de cientistas e no financiamento de pesquisas. O resultado é visto em forma de melhoria de processos e práticas internos da empresa, além de um ganho de sustentabilidade que alavanca sua reputação.

Influenciando a cadeia de fornecedores

Entenda: para ampliar sua responsabilidade social, não basta fazer apenas a sua parte. É preciso estimular outros negócios sustentáveis! O Banco Santander, por exemplo, tem um programa que estimula seus fornecedores a adotarem práticas ambiental e socialmente eficientes. Uma das ações da empresa nesse sentido é a oferta de cursos que ajudam outros negócios a escolher seus próprios fornecedores usando critérios de RSC.

Para completar, a empresa também oferece uma linha de crédito diferenciada destinada a pequenas empresas com baixo impacto ambiental. Com isso, a instituição consegue multiplicar sua própria responsabilidade social entre fornecedores e clientes de forma orgânica, melhorando sua reputação junto a diversos stakeholders.

Implementando uma cadeia de suprimentos sustentável

A preocupação com a sustentabilidade já se tornou um tema tão atual e comum nas empresas que muito se fala sobre a cadeia de suprimentos sustentável. O fato é que atualmente grande parte dos negócios não são mais vistos como ilhas, cuja atuação se dá de forma isolada. Na realidade, as empresas cada vez mais tendem a operar como grandes ecossistemas, em que processos se relacionam e etapas são executadas por agentes distintos.

Nesse sentido, um grande exemplo é a cadeia de suprimentos. Hoje, elas estão mais complexas e extensas, de modo que desde o momento em que uma matéria-prima é retirada do campo até o ponto em que se transforma em um bem de consumos, diferentes empresas atuam. Isso significa que a sustentabilidade deve compor as atividades de cada um desses agentes.

Uma cadeia de suprimentos sustentável prega justamente esse alinhamento entre as empresas que integram a cadeia. Assim, não basta, por exemplo, que apenas a indústria se preocupe com questões ambientes e de sustentabilidade. É preciso que boas práticas sejam compartilhadas ao longo de toda a cadeia, passando por fornecedores, parceiros, lojistas e, ainda, pelo próprio consumidor, que preciso ser devidamente orientado sobre o uso consciente do produto e seu descarte.

Ou seja, a ideia é a garantir a máxima eficiência nos processos de uma ponta a outra da cadeia, o mínimo impacto ambiental e o total reforço à responsabilidade social. Para tanto, a tecnologia é uma das grandes aliadas das empresas quando o assunto é promover tais mudanças. Softwares e sistemas permitem a sincronização da cadeia e dos agentes, a troca de informações e o acompanhamento das atividades, o que é a chave para as boas práticas sejam implementadas por todos.

Engajando os funcionários

Até aqui, falamos sobre como negócios sustentáveis tomam ações que, a princípio, parecem voltadas para o público externo. No entanto, também deve ser uma preocupação de RSC ampliar o senso de propósito dos próprios funcionários e, assim, transformá-los em verdadeiros agentes de sustentabilidade.

Um bom exemplo vem do Dia V. O Dia do Voluntariado já é uma prática comum em grandes empresas, tendo instituições renomadas como grandes incentivadores. O programa faz com que funcionários escolham ações sociais a serem desenvolvidas em uma comunidade e, para isso, contam com apoio logístico e financeiro da organização. As ações vão desde doação de brinquedos para escolas até a realização de pequenas reformas em instituições de caridade.

O impacto é claro: os colaboradores sentem sua força na transformação social da comunidade, tendendo a espelhar ações sustentáveis e responsáveis da empresa em sua própria vida cotidiana. O grande diferencial do Dia V é que ele pode ser realizado por negócios de todos os portes, bastando para isso fazer um planejamento logístico e orçamentário que seja compatível com a capacidade de investimento da empresa.

Empregando métodos de transporte alternativos

O transporte é uma das atividades empresariais que mais pesam no orçamento dos negócios. Contudo, mais do que isso, essa é também uma atividade que tem um alto impacto ambiental, sobretudo quando se utilizam veículos para os deslocamentos.

Nesse sentido, uma estratégia interessante e que pode servir muito bem para empresas que atuam em perímetros urbanos é a utilização da bicicleta em substituição aos automóveis e motocicletas.

Assim, por exemplo, serviços de delivery de pequenas encomendas podem ser executados de maneira mais limpa, econômica e ágil, especialmente nos grandes centros, em que o trânsito é um grande entrave para a agilidade desse tipo de tarefa.

Usando a tecnologia para a sustentabilidade

A tecnologia, sem dúvida, é um dos principais pilares para a questão da sustentabilidade das empresas na atualidade. Quem prova isso são as grandes corporações do setor. A Google, por exemplo, investe em servidores e data center mais eficientes, que utilizam fontes de energia alternativas, além de patrocinar pesquisas em tecnologia limpa e disponibilizar suas ferramentas — como Maps e Earth — para monitoria ambiental.

No mesmo sentido, o Facebook está construindo uma nova sede que busca uma eficiência verde inédita. Já a Microsoft criou um sistema para monitorar e minimizar a emissão de carbono em todas as ações corporativas, incluindo desde uso de data centers até viagens corporativas.

Eliminando processos ineficientes

Apesar de termos citado alguns exemplos de práticas utilizadas por grandes empresas, é preciso deixar claro que a sua empresa não precisa ser uma gigante do mercado para usar a tecnologia como aliada, otimizar processos internos e se enquadrar no conceito de negócios sustentáveis. Na verdade, é possível usar ferramentas e softwares corporativos para melhorar a gestão interna e, com isso, ampliar a sustentabilidade empresarial.

Um bom exemplo vem da economia com papéis e com o deslocamento de funcionários. Soluções para a assinatura eletrônica de documentos permite que as empresas não precisem imprimir todo e qualquer documentação, economizando matéria-prima, além de ainda viabilizar que o envio e a gestão sejam feitos de forma totalmente digital, com o apoio da computação na nuvem.

Isso significa que a empresa não precisa mais enviar alguém aos correios toda vez que tiver que despachar um documento. Ela pode fazer isso diretamente do seu software, de maneira totalmente segura. Dessa forma, promove a diminuição dos deslocamentos, reduzindo a emissão de carbono e reduzindo também o impacto ambiental.

assinatura eletrônica ainda pode ser apoiada pelo DTM, sigla em inglês para gerenciamento de transações digitais, um serviço que une diferentes soluções para o envio de documentos e dados entre empresas. Além de ser importante para melhorar a gestão do negócio, o DTM economiza recursos e diminui a emissão de documentos não efetivos, gerando assim um impacto ambiental quase nulo.

Dessa forma, além de reforçar a eficiência da gestão de contratos e documentos dentro das empresas, as plataformas e softwares para essa finalidade ainda representam uma grande vantagem competitiva em termos de redução dos custos operacionais e sustentabilidade.

Conheça alguns negócios sustentáveis da atualidade

Como dito, o ideal de sustentabilidade está bastante em alta nos dias de hoje, de modo que cada vez mais as empresas buscam alcançar esse patamar, seja para atender às leis, seja para manter a responsabilidade social e continuar atrativas para o público.

A fim de comprovar essa afirmação, a seguir, listamos alguns exemplos de negócios que tem se adaptado bem ao quesito sustentabilidade. Confira!

Restaurantes

Restaurantes e empresas voltadas para o nicho de alimentação demonstram a sua preocupação com a sustentabilidade e respeito às questões ambientais ao dar preferência para fornecedores locais, como pequenos produtos de hortaliças e outros gêneros alimentícios.

A ideia é estimular o cultivo orgânico de alimentos, livre de compostos químicos e processos agressivos ao meio ambiente, o que é muito comum na agricultura em larga escala.

Energias alternativas

Outro modelo de negócio que vem se popularizando é das energias alternativas. O surgimento de novas empresas nesse segmento, somada à mudança na cultura e à inovação no setor, são alguns dos fatores que têm contribuído para o crescimento da demanda de fontes alternativas de energia para as residências, como a energia solar.

Em um país tropical como o Brasil, em que o sol é abundante durante grande parte do ano, investir nesse tipo de solução é altamente benéfico, sobretudo pelo fato de que a principal matriz energética brasileira é hídrica, uma fonte que, apesar de renovável, traz grandes impactos ambientais em razão da construção de hidrelétricas.

Varejo

Seguindo pela linha da sustentabilidade, o varejo também se reinventa constantemente para atender aos padrões do mercado. A exemplo, a demanda por produtos eficientes, não tóxicos e de origem sintética comprova essa realidade.

No passado, a procura por produtos de origem animal, como o couro, era bastante grande. No entanto, com a mudança de cultura da sociedade e aprimoramento dos meios de produção, os materiais sintéticos têm cumprido bem o papel de substituir os de origem animal, evitando a morte de diversas espécies — muitas delas silvestres, como jacarés, cobras e onças, cuja pele já foi bastante valorizada no mercado.

Construção

Historicamente o setor de construção sempre teve uma certa dificuldade em conciliar seus meios com as questões de sustentabilidade. Durante muitos anos, a geração de resíduos nas obras, o desperdício e emprego de materiais pouco ecológicos foi realidade nesse mercado. Porém, muita coisa mudou ao longo dos anos.

As construtoras e a própria indústria que fornece insumos e equipamentos para esse segmento procuram colocar a sustentabilidade como uma meta. Hoje, por exemplo, na execução de obras, há todo um processo de avaliação das necessidades de cada etapa, visando o máximo proveito dos materiais e suas características.

Do mesmo modo, a inovação permitiu o desenvolvimento de materiais menos agressivos e que demandam menos quantidade para o mesmo resultado. Além disso, os projetos passaram a aproveitar melhor os recursos naturais, como a luz solar, a ventilação natural, tudo para minimizar o uso de energia e aparelhos elétricos.

Por fim, os negócios sustentáveis estão se tornando praticamente um padrão na atualidade. Como dito, essa é uma questão de suma importância dentro das empresas, razão pela qual é fundamental começar a focar nela o quanto antes. Vimos que existem diversas práticas que podem ser adotadas por negócios de todos os portes, como é o caso do uso da tecnologia para melhorar os processos. Então, vamos dar mais um passo rumo à sustentabilidade?

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1 Comentário

  1. Muito interessante essa forma de fazer as pessoas e empresas se interessar por desenvolvimento sustentável e responsabilidade social.

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