4 dicas para ter uma gestão inteligente no seu negócio

gestão inteligente Na era em que a globalização e a internet derrubaram barreiras comerciais e ampliaram exponencialmente a concorrência em todos os setores, a tecnologia surge como fator-chave para diferenciar produtos e serviços de um aparente “exército de commodities generalizado” — que confunde o consumidor e torna a competição imprevisível. Nesse cenário, gestão inteligente baseada em TI, inovação e proximidade com o cliente se tornam cruciais.

Mas como injetar um pensamento estratégico no planejamento empresarial? Como inserir o espírito de vanguarda nos colaboradores e tornar uma organização mais moderna, tecnológica, criativa e mais veloz que a concorrência? Na prática, quais ferramentas fazem essa nova dinâmica ser possível? Vamos mostrar esses desafios de gestão a partir de agora. Confira!

Os impactos de uma gestão inteligente

Gestão inteligente é um modelo de gerenciamento empresarial fortemente apoiado em TI e inovação, no qual todos os processos geram informações estruturadas para tomada de decisão. Inseridas no ecossistema tecnológico, as empresas desse formato não têm receio de se lançar antes dos rivais ao desafio de implementar um novo recurso digital ou redesenhar suas ações segundo as novas demandas do mercado.

Uma organização que se pauta pela gestão inteligente é ágil, flexível, vanguardista e, principalmente, criativa. A consequência dessa busca incessante em estar à frente de seu tempo — aliada ao planejamento estratégico de longo prazo e à gestão por resultados — invariavelmente cria empresas mais baratas, rápidas, produtivas e com excelência nas suas entregas.

Isso se dá, sobretudo, pelo fato de que as automações reduzem atividades manuais, diminuindo erros e liberando pessoal para realização de tarefas mais estratégicas e menos burocráticas. Além dos resultados operacionais tangíveis, essa nova dinâmica repercute também na Gestão de Pessoas, com melhora do clima organizacional, queda na taxa de rotatividade e maiores níveis de engajamento.

A partir da tecnologia e da abertura para a inovação, uma empresa com gestão inteligente constrói uma rede harmônica de processos integrados, facilitando vendas e fechamento de negócios.

4 dicas para tornar sua gestão mais inteligente

Ao contrário das organizações europeias, norte-americanas e asiáticas, muitas empresas brasileiras ainda cometem o erro de cortar investimentos em TI durante a crise, quando é exatamente a tecnologia a única implementação capaz de derrubar custos e aumentar a produção.

Com essa estratégia superficial e voltada ao curtíssimo prazo, não raras vezes as companhias que optam pelo caminho do obsoletismo acabam aprofundando ainda mais a retração — em alguns casos, irreversível. No Brasil, 64% das empresas não investem em inovação. Talvez esse dado explique outro, o de que mais da metade fecha as portas antes de completar cinco anos.

Assim, é imprescindível às organizações, das PMEs às multinacionais, apoiarem-se em recursos para assegurar uma gestão inteligente e fazer a diferença no aumento do market share. A seguir, você confere algumas dicas de como tornar isso possível!

1. Invista na computação em nuvem

A computação em nuvem é uma revolução na forma de pensar o tráfego e o armazenamento de dados. Consequência do uso massivo da internet, ela promove o acesso transparente a recursos dentro de um modelo de uso por demanda, sem a necessidade de alocar nada em seu próprio dispositivo.

Com o tráfego móvel global se aproximando do zettabyte (e com um mundo cada vez mais mobile), não há mais como pensar em uma empresa que guarde todo o seu patrimônio informacional em discos rígidos. O novo consumidor ainda exige a empresa ativa o tempo todo, o que demanda dos colaboradores acesso permanente aos dados da organização.

Não dá, por exemplo, para ter um catálogo arquivado apenas nos computadores corporativos, tampouco um contrato que só pode ser visto no horário comercial. A computação em nuvem é um dos passos fundamentais para a modulação de uma gestão inteligente — de uma empresa que está em todos os lugares, a qualquer hora, a partir de alguns cliques em um smartphone.

É preciso lembrar, inclusive, que a nuvem é a porta de entrada para formatos mais modernos e econômicos de trabalho, como home office ou Bring Your Own Device (BYOD), que permite ao colaborador acessar sistemas corporativos a partir de seus próprios dispositivos.

2. Adote um bom ERP

Outro recurso cuja ausência é inimaginável no mundo de hoje é o Enterprise Resource Planning (ERP). Esses sistemas de gestão empresarial são softwares que centralizam todos os processos de negócio em uma única aplicação, geralmente formada por módulos que representam cada departamento — contábil, financeiro, jurídico, comercial, marketing, RH etc.

No ERP, a integração se torna possível mediante compartilhamento de informações entre módulos que acessam um banco de dados centralizado. É justamente essa unificação no controle do conhecimento que faz do sistema de gestão empresarial um instrumento imprescindível para que a empresa pense mais e melhor, como uma espécie de cérebro corporativo.

Os modernos ERPs em nuvem, atualmente, podem ter módulos integrados com aplicações de outros elos da cadeia logística. Temos como exemplo um módulo de compras interligado ao ERP de um fornecedor, que funciona como porta de entrada para a automatização de pedidos. Essas aplicações são flexíveis, personalizáveis e amigáveis a outras soluções, permitindo até mesmo que um recurso de assinatura eletrônica seja utilizado dentro de sua própria interface.

3. Utilize também um CRM

Novamente estamos falando em gestão de dados, mas, dessa vez, especificamente do comportamento de consumo de seus clientes. O famoso Customer Relationship Management (CRM) é um software que apresenta um oceano de ferramentas criadas para conhecer melhor seu consumidor, entender seus anseios e estreitar relacionamentos.

Com dados que vão desde uma simples data de aniversário até poderosos relatórios — que, baseados em Big Data, conseguem mostrar exatamente qual a necessidade, frequência de consumo e preferências do cliente —, o CRM garante a gestão inteligente agregando vendas, marketing, call center, SAC e logística.

Tudo isso serve para melhorar a compreensão do funil de vendas e da formatação ideal de seu produto ou serviço, sempre subsidiado pelo conhecimento profundo do público-alvo. Afinal, não há como vender bem sem saber para quem você vende!

4. Comece a usar a assinatura eletrônica

De nada adianta trabalhar em nuvem e ter ERP e CRM integrados se sua empresa continua soterrada de papéis. Aliás, isso é o que ocorre em muitas PMEs brasileiras, explicando inúmeros casos de lentidão e insucesso no processo de informatização.

Uma das razões de todas as soluções apontadas acima é eliminar qualquer processo manual que vem atrelado ao uso do papel nas organizações e centralizar dados. Podemos eleger essa atitude como um marco inicial para aprofundamento da transformação digital com tecnologias como Analytics, Internet das Coisas (IoT) e análise preditiva.

O grande desafio é saber como ter uma empresa paperless mantendo assinatura à caneta — com sucessivas impressões, preenchimentos, reconhecimentos notariais, motoboys para envio de vias e posterior digitalização em scanner. Não dá, não é mesmo? É inviável e faz do negócio uma verdadeira Torre de Babel informacional.

É por isso que a pedra fundamental dos negócios digitais é uma plataforma de assinatura eletrônica. Ícone de gestão inteligente, ela tem a mesmíssima validade jurídica de qualquer documento assinado em papel ou até uma firma reconhecida em tabeliães. Sua diferença é que permite concluir, por exemplo, um contrato com até dez signatários espalhados por países distintos em apenas alguns segundos.

Quando o documento é assinado eletronicamente, o software criptografa todos os dados, desde seu IP, sua geolocalização, horário da assinatura, login e senha ou qualquer outra forma de autenticar o signatário (Tolken, SMS, ID verification, login com Linkedin, entre outros) e salva todos os dados junto com o certificado de conclusão do documento. Ela, inclusive, pode ser simbolizada pela imagem da assinatura física (importada de um banco de dados em nuvem privada) ou por uma assinatura cursiva criada eletronicamente.

O que garante a proteção contra fraudes é um conjunto de algoritmos que imprimem no contrato uma sequência de dados irrepetíveis, como uma criptografia de nível bancário, entre outras camadas de segurança. Enfim, a assinatura eletrônica é mais segura, rápida e flexível, já que você pode assinar contratos no domingo à noite, de casa e sem depender de serviços notariais, por exemplo.

Agora, que tal descobrir o que é gestão inteligente na prática experimentando a plataforma DocuSign de assinatura eletrônica por 30 dias, gratuitamente? Leve sua empresa a outro patamar na era dos negócios digitais!

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