“A melhor maneira de prever o futuro é inventá-lo.”

A frase é do guru da Administração, Peter Drucker, e ilustra bem a necessidade empresarial de reinventar-se continuamente, em um universo competitivo em que a única constante é a incerteza do minuto seguinte. A cultura da inovação deve estar internalizada no DNA da empresa, tornando-a capaz de moldar-se permanentemente às mudanças de seu público.

Foi com esse pensamento que o Facebook saiu completamente do óbvio para criar um sistema gratuito de transferência de dinheiro entre contatos, invadindo o setor bancário. Que a GE abandonou as lâmpadas de carbono (produzidas no século XIX) para desenvolver, atualmente,  modernos sensores acoplados em turbinas de avião e locomotivas, ampliando a vida útil de geradores de energia por meio da análise de dados. E o que dizer da TyssenKrupp (à época, apenas Krupp), que na Alemanha nazista produzia tanques de guerra e atualmente é líder no segmento de mobilidade em elevadores?

Quer que sua empresa também aprenda a internalizar a cultura da inovação em seus processos e produtos? Então acompanhe agora 6 dicas para se tornar vanguarda em seu setor de atuação!

Utilize ferramentas estratégicas para diagnosticar oportunidades de melhoria

Com clientes cada vez mais exigentes, produtos que se desatualizam em semanas e a necessidade permanente de reduzir custos para se manter competitivo, é preciso entender quais brechas seus processos lhe oferecem para implantar melhorias com base na inovação. Mais do que isso, é preciso ter visão ampla para compreender quais lacunas o mercado deixa a essas mudanças.

A questão é que nem toda empresa leva esse assunto a sério como deveria. De acordo com dados do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, divulgados em fevereiro de 2017, apenas 36% das empresas brasileiras investem em inovação. Isso explica a dificuldade de se competir no mercado internacional.

Se você não quer deixar que a areia movediça da estagnação soterre sua empresa, um primeiro passo é diagnosticar quais oportunidades, forças, ameaças e fraquezas circundam sua organização, algo que pode ser conseguido com o auxílio de ferramentas estratégicas, como a Matriz SWOT. Essa ferramenta de diagnóstico organizacional esquematiza as variáveis de seu ambiente externo e interno, facilitando a compreensão do que deve ser transformado na empresa.

Outra ferramenta importante de gestão estratégica é o Balanced Scorecard (BSC), que traduz a missão e os valores da empresa em metas e indicadores de performance nas perspectivas financeira, do cliente, de processos internos e de aprendizagem & inovação.

Instrumentos como esse ajudarão sua empresa a entender o que precisa ser modificado, abrindo as portas para mudanças na direção certa!

Use a gamificação para estimular a cultura da inovação

Qualquer um, independentemente do nível hierárquico, pode ser um agente transformador. No entanto, para ter funcionários inovadores, a empresa precisa trabalhar a cultura empresarial, combatendo a cultura do erro (que inibe o processo criativo) e estimulando novas ideias. E uma das formas de promover essa mudança de postura é através da gamificação.

Gamificação é uma estratégia de estímulo à competição entre profissionais, que utiliza como base o oferecimento de incentivos que promovam o engajamento nos projetos da empresa. São jogos/atividades lúdicas competitivas que levam os colaboradores a se superarem nos desafios propostos pela companhia, assegurando indiretamente o alcance dos objetivos da organização.

Um gestor de vendas pode encabeçar campanhas de apresentação de novos projetos na empresa, garantindo aos donos das melhores ideias, premiações em dinheiro, viagens ou cursos gratuitos.

Crie laboratórios de inovação em sua empresa

Outra excelente forma de trazer a cultura da inovação para dentro de sua companhia é através da criação de um laboratório específico para essa finalidade. Trata-se de um centro de pesquisas/testes, formado por uma equipe multidisciplinar, cujo objetivo é simular novos produtos e processos. Esse laboratório de inovação pode ser usado, inclusive, para a criação dos chamados MVPs (Minimum Viable Products), versões mais simples de produtos que podem ser lançados a baixo custo e submetidos a uma série de testes para analisar sua viabilidade no negócio.

Faça “benchmarking às avessas” junto à concorrência

O filósofo chinês Sun Tzu, em “A Arte da Guerra”, dizia que conhecer seu inimigo é um dos requisitos para vencer suas batalhas. Isso se aplica ao nosso caso. É necessário entender o que seu concorrente faz de pior para que você inove corretamente, criando produtos, serviços e processos que preencham lacunas que ele não consegue suplantar. Seria uma espécie de “benchmarking do erro”!

Abra espaço para que seu cliente diga o que deve ser mudado

Usar intensivamente as redes sociais para engajar seus clientes é essencial, não somente no processo de fidelização, mas também na abertura de um canal de comunicação em que eles possam dizer à empresa o que deve ser modificado/criado.

Há alguns anos, a Fiat deu um exemplo de cultura da inovação nessa perspectiva, à medida que inverteu a ordem de desenvolvimento do projeto de seu Novo Uno: ao invés de apresentar um conceito e ajustá-lo às propostas do público, a fabricante lançou-se primeiro nas redes sociais em busca de ideias para só então projetar o carro de acordo com as informações colhidas dos consumidores.

Essa mesma estratégia pode ser utilizada em sua imobiliária (juntos aos seus locadores/locatários), e-commerce, varejo tradicional, enfim, por organizações de todos os setores.

Implemente soluções tecnológicas que facilitem o trabalho da equipe

Atualmente, inovação e tecnologia são quase sinônimos. Mas em plena de Big Data Analytics, Internet das Coisas (IoT) e redes neurais artificiais, muitos gestores brasileiros ainda sequer se sentem confortáveis para utilizar recursos em nuvem para seus processos de trabalho (55% das empresas ainda relutam em incorporar Cloud Computing em seus negócios).

O problema é que se alguns resistem em se atualizar, outros concorrentes de vanguarda enxergam na tecnologia grandes oportunidades de enxugar processos, aprimorar produtos e reduzir custos. A consequência desse descompasso é que as empresas mais conservadoras tendem a ficar de lado no mercado no médio prazo, ante a impossibilidade de competir com instituições visionárias, de alta tecnologia. Ou seja, as que estão imersas na cultura da inovação.

Trazendo isso para o cotidiano, uma pesquisa feita pelo IDC, há alguns anos, mostrou que a área de TI de diversos países gastava, em média, 4 horas por semana com a assinatura de documentos em papel. Esses documentos eram essenciais para contratação e fornecedores, compra de equipamentos e implementação de serviços que aprimorassem as taxas de disponibilidade dos sistemas empresariais.

Agora imagine que um concorrente do setor contrate os serviços de uma plataforma de assinatura eletrônica, garantindo, por exemplo, a inserção da firma de diversos envolvidos em um contrato, em questão de minutos?

Ferramentas como a DocuSign realizam esse tipo de tarefa, eliminando o tempo perdido com pilhas e pilhas semanais de papéis para serem assinado. A assinatura eletrônica é permitida pela legislação brasileira e utiliza recursos de segurança de nível bancário. Imagine o aumento de produtividade que uma empresa que possui um recurso como esse pode ter em relação a outras, cujos funcionários e gestores ainda perdem horas com assinaturas físicas? Isso é transformação digital.

Gostou desse recurso? Então que tal começar a imergir sua empresa na cultura da inovação a partir dessa otimização de processos? Continue conosco e descubra agora como a assinatura eletrônica reduz custos no setor de vendas!

(Visited 522 times, 1 visits today)

Tags