Um ambiente de negócios complexo exige das empresas a mínima margem de erro. Com consumidores mais informados, novos concorrentes emergindo a cada minuto e dificuldades crescentes de gestão impostas pelo próprio Estado (como aumento de impostos e burocratização), é preciso pensar o tempo todo em redução de custos, aumento de produtividade e maior qualidade do serviço prestado.

Mas, afinal, como tornar seu negócio mais competitivo diante de tantas adversidades? Listamos a seguir algumas dicas essenciais para tirar sua empresa da mesmice em busca de destaque no mercado. Confira agora!

1. Estude o mercado de atuação e os melhores players do segmento

As principais variáveis que norteiam as disputas entre os concorrentes na direção de um modelo de negócio mais competitivo são preço, qualidade, disponibilidade e imagem perante o consumidor. E alcançar esse domínio de mercado passa diretamente pela capacidade de monitorar o que seus rivais estão fazendo, onde estão falhando e o mais importante: onde o seu business está errando.

Se você não sabe onde está, dificilmente chegará a algum lugar. Daí a importância de ter referenciais, indicadores (internos e externos) que confrontam a empresa entre o que ela é e o que ela quer ser no mercado. Afinal, por mais original que você tente ser, dificilmente seu produto ou serviço será único no segmento.

Aqui vale a consideração que não importa o quanto você acredite que seu produto/serviço seja diferente; o que vale é o uso dele por parte de seu consumidor: se seu cliente entende que pode substituí-lo por outro (de outra empresa), esse player é um concorrente que precisa ser analisado.

Dessa forma, se você quer um negócio mais competitivo, estude profundamente as características do que é entregue pelos seus mais próximos concorrentes. Avalie o fluxo de processos, os preços praticados e os feedbacks dos clientes. Muitas vezes, compreender os pontos fracos das demais forças competitivas ajuda a entender o que precisa ser modificado em seu próprio negócio.

2. Tenha um planejamento estratégico bem definido

De cada 10 empresas brasileiras, 6 fecham antes de completar 5 anos de vida. Essa alta taxa de mortalidade corporativa faz ainda mais sentido quando analisamos outro dado, o de que 61% das organizações nacionais não seguem qualquer planejamento estratégico. Nesse caso, parece que estamos falando de causa e efeito, concorda?

De fato, não há como tornar seu negócio mais competitivo sem qualquer análise prévia de cenários, definição de objetivos e estratégias, formulação de políticas e detalhamento de planos de ação. Essas são algumas das iniciativas decorrentes de um bom planejamento estratégico.

Esse planejamento consiste em simular cenários futuros, desenhando caminhos diversos que reduzem a imprevisibilidade do mercado e mantêm a empresa preparada para qualquer mudança de tendência. Embora não seja uma regra, a construção dessa ferramenta costuma passar pelos seguintes passos:

  • definir o objetivo, valores, missão (“quem” sua empresa é) e visão (onde sua empresa quer chegar);
  • fazer um diagnóstico do mercado (oportunidades e ameaças);
  • mapear seus pontos fracos e fortes;
  • elaborar um plano de ação (com determinação dos indicadores de desempenho);
  • fazer o monitoramento dos resultados.

3. Dê protagonismo ao seu consumidor

Não importa se você presta serviços de RH, se tem um e-commerce, se atua no varejo físico do setor de vestuário ou se é gestor de uma indústria química: tampar os ouvidos ao que o seu consumidor tem a dizer significa assinar a certidão de óbito de sua empresa.

Assim, se você quer ter um negócio mais competitivo, é fundamental abrir múltiplos canais para que seu cliente possa transmitir feedback sobre seus produtos/serviços. Ou, indo além, é preciso deixá-lo participar do processo de desenvolvimento de seu business. Parece óbvio? Mas será que sua empresa faz isso?

Muitas vezes, o modelo de negócios que acreditamos ser ideal ao nosso target não corresponde às necessidades que ele, de fato, possui. O locador de sua imobiliária talvez gostaria de visualizar todos os dados da gestão de seu imóvel em um aplicativo pelo celular, ao invés de receber dezenas de e-mails que, muitas vezes, nem são lidos.

Talvez o correntista da instituição financeira que você gerencia esteja em busca de um banco mais digital, com menos burocracia e processos mais ágeis. É preciso entender o que seu cliente espera de você; abra esse espaço com atuação mais intensa nas redes sociais, disponibilização de canais mais amigáveis mediante SAC 3.0 e criação de ações promocionais que estimulem seu público a aproximar-se de sua empresa.

A coleta e o processamento de grandes dados mediante Big Data também ajuda a adquirir essa consciência, fazendo seu negócio mais competitivo.

4. Capacite sua equipe e estimule a inovação

Estamos vivendo a era em que a novidade de hoje é o antiquário do minuto seguinte. Com a velocidade da informação proporcionada pelo mundo mobile, o imediatismo influenciador das redes sociais e a formação de um e-consumidor cada vez mais exigente, não basta apenas usar a tecnologia para melhorar processos. É preciso tê-la ao seu lado para reinventar o negócio.

Dessa forma, atualize sua infraestrutura de TI apoiando-se na computação em nuvem, digitalização de processos e análise de dados. Crie novos paradigmas de trabalho (como BYOD), troque sua obsoleta estrutura organizacional por formatos mais modernos (como equipes multidisciplinares envolvidas em projetos temporários), desenvolva um laboratório de inovação em sua empresa.

5. Elimine seus processos baseados em papel

Já parou para pensar quanto tempo você perde toda semana assinando documentos? Indo mais longe, quanto tempo sua equipe toda perde anualmente autenticando papéis? E aguardando-os? E procurando os arquivos extraviados?

Agora some tudo isso e perceba que sua produtividade pode estar sendo drenada porque sua organização trabalha, em plena era dos negócios digitais, como se trabalhava nos anos 90. Não dá para atuar em um ambiente desse e falar em ter um negócio mais competitivo.

Que tal transformar sua companhia em uma empresa paperless? Para atingir esse objetivo, os dois passos fundamentais são abolir a tramitação física de documentos (recorrendo à computação em nuvem) e trocar definitivamente as assinaturas manuscritas pela assinatura eletrônica.

E isso não é complicado como você pode pensar. Existem plataformas de gestão de documentos digitais (System of Agreement) que são contratadas por assinatura e hospedadas em nuvem.

Ou seja, você contrata os serviços (de forma customizada) e, em pouco tempo, já tem ao seu dispor toda a gestão de contratos em nuvem privada, podendo assinar eletronicamente seus arquivos sem ter que se preocupar em investir em servidores, licença de softwares, etc.

Vale lembrar que essas soluções são apoiadas em mobilidade, o que assegura que você consiga ter os documentos da sua empresa na palma da mão, com um simples acesso de seu smartphone. Isso, evidentemente, resulta em muito mais velocidade ao seu fluxo de processos.

Quem pode testemunhar isso é o Banco Inter, que implementou a solução de assinatura eletrônica e baixou de 14 para 8 dias o processo de contratação de crédito consignado pelos canais próprios. Essa inovação fez ainda com que a instituição reduzisse de 18% para 8% a taxa de desistência de clientes para a contratação desse produto. É preciso saber usar a tecnologia para ter maior poder competitivo.

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