Big data no RH: qual é a importância dessa relação?

Big data no RH Está preparado para o RH 4.0? A chegada do 5G ao Brasil, em paralelo ao desenvolvimento de soluções cada vez mais disruptivas apoiadas em TI — como computação cognitiva, Internet das Coisas e análise de dados — promete gerar grandes impactos para a Gestão de Pessoas nas empresas de todos os pontos do mundo. Essa revolução já teve início com o uso de Big Data no RH.

Em uma era marcada pela integração entre homens e robôs, e em que computação em nuvem, impressoras 3D, drones e dispositivos inteligentes coexistem com profissionais multifacetados e totalmente focados em inovação, a nova Gestão de Pessoas precisará modernizar seus processos para andar em sintonia com o setor produtivo da empresa. Afinal, não há como agregar valor em uma fábrica inteligente com um RH analógico, concorda?

Que tal injetar Big Data no RH de sua empresa? Acompanhe o artigo até o final e obtenha mais informações sobre o tema!

O que é Big Data?

Big Data diz respeito à coleta e ao processamento de montanhas de dados, transformando um grande volume de “bytes” (dados brutos) em informações gerenciais, que colocam as organizações que o utilizam sempre um passo à frente das demais. Isso porque as soluções de Big Data trabalham correlações e deduções digitais em um nível que a mente humana jamais seria capaz de alcançar.

A análise de dados é fruto do desenvolvimento da computação em nuvem, a qual ofereceu infraestrutura de servidores como base para agregação e processamento de uma quantidade de bytes que seria impossível em discos rígidos.

Posteriormente, as novas tecnologias de redes para dispositivos móveis (4G, 5G) permitiram que o próprio smartphone se transformasse em um poderoso computador, com acesso a sistemas empresariais e capacidade (mediante acesso à nuvem) de capturar e tratar dados de clientes, fornecedores e concorrência, gerando insights poderosos para desenvolvimento e melhoria de produtos, campanhas de marketing mais precisas, oferecimento de promoções personalizadas etc.

Mas a análise de dados não deve se restringir apenas à produção ou ao conhecimento do cliente. A maior vantagem que esses recursos trazem está na otimização da dinâmica administrativa. É aqui que entra Big Data no RH.

Com avaliações de desempenho por robôs, cursos personalizados mediante computação cognitiva e recrutamento eletrônico, o RH finalmente deixa de ser um mero gerador de folha de pagamento para adquirir contornos estratégicos. Os gestores de RH devem estar atentos à necessidade dessa reinvenção.

Quais são as aplicações do Big Data no RH?

O uso de Big Data no RH deve ocorrer em múltiplas perspectivas simultâneas. Atualmente, com a disseminação de uma nova forma de contratação de serviços de TI, o chamado Software como Serviço (SaaS), tecnologias que antes eram restritas apenas às multinacionais, hoje estão à disposição das mais promissoras PMEs.

Nesse modelo, que consiste não mais na compra de softwares, mas na simples assinatura de aplicações que rodam externamente (em servidores remotos), não é preciso mais se preocupar em ter uma robusta infraestrutura de TI para trabalhar com análises de montanhas de dados.

Um simples software de Big Data é capaz de importar dados de múltiplas fontes, estabelecer padrões, correlacionar tendências e apresentar diagnósticos precisos sobre cenários internos e externos. No caso do RH, esse recurso pode derrubar drasticamente os custos da Gestão de Pessoas, além de significar mudanças profundas nas funções do DP.

Recrutamento & Seleção

Qual é o preço de uma contratação errada? Segundo informação da consultoria GI Group à Revista Exame, o equivalente a 3 vezes o salário do contratado.

Não raras vezes, a empresa tem pressa em repor um funcionário que saiu, não podendo deixar o posto sem ninguém. Daí se iniciam dinâmicas de grupo “relâmpago”, entrevistas e testes sem planejamento.

O resultado é um profissional que vai produzir pouco e desestimular a produtividade dos colegas. Ocorre que essa contratação errada já consumiu recursos no recrutamento e seleção. O tempo perdido com longas entrevistas também não pode ser desconsiderado. Por fim, quando o funcionário sai, a organização ainda tem que arcar com multa de FGTS e outras indenizações trabalhistas.

Mas e se esse risco fosse mitigado por Inteligência Artificial?

Existem atualmente sistemas com capacidade de aprendizado contínuo (machine learning), que conseguem capturar milhares de informações simultâneas de um entrevistado, cruzando o perfil do candidato com os requisitos do cargo.

A Mexichen, dona das marcas Amanco e Plastubos, por exemplo, já aplica testes cognitivos para seleção de funcionários, o que trouxe precisão e reduziu a rotatividade na empresa.

Treinamento & Desenvolvimento

As empresas costumam gastar muito com capacitação, mas além de ser difícil avaliar a absorção dos conteúdos pelos funcionários, o efeito desses cursos na rotina das organizações geralmente acarreta críticas e desconfiança por parte da cúpula empresarial.

Mas e se pudéssemos diagnosticar os gaps individuais de cada colaborador e, mais do que isso, trazer conteúdos personalizados (nivelando a equipe por cima), enquanto a concorrência bate cabeça com programas de capacitação genéricos e pouco eficientes?

Mais uma vez, a resposta está nas soluções de Big Data no RH. A análise de dados já vem sendo usada para esse propósito em escolas e universidades. Seu uso no ambiente corporativo consistiria inicialmente em submeter cada funcionário a testes por Inteligência Artificial.

Em seguida, softwares com alta capacidade de processamento indicam as falhas de cada colaborador, criando, em poucos minutos, conteúdos específicos para aprimoramento de suas competências, de forma individual.

Automatização de processos

Geração de folha, controle de ponto, emissão de contracheques: não faz mais sentido desperdiçar dezenas de funcionários da Gestão de Pessoas apenas para fazer tarefas burocráticas. Nos dias de hoje, o maior objetivo do RH deve ser ajudar o setor produtivo a tirar o máximo das potencialidades de cada talento. Isso não combina com papelada.

Trabalhar com computação em nuvem (e em um segundo momento, com Big Data no RH), abre espaço para integrar soluções de automatização de folha e contracheque, efetuar avaliações de produtividade à distância (por robôs), formular políticas de benefícios com coleta de dados de questionários digitais, além de fazer atualização cadastral e até análise de clima organizacional por bots.

Quais são os benefícios de adotar Big Data no RH?

Você já viu aqui muitos benefícios do uso de análise de dados no RH. Mas apenas recapitulando:

  • automatização de processos e tarefas burocráticas;
  • recrutamento e seleção por computação cognitiva;
  • importação e cadastramento de forma eletrônica;
  • redução do papel no RH;
  • geração de insights por Inteligência Artificial sobre políticas de incentivos, melhor utilização de colaboradores, reestruturação de departamentos etc.
  • elaboração/execução de programas personalizados de capacitação;
  • acesso a indicativos de saída/descontentamento de funcionários (análise preditiva).

Como o uso de documentos eletrônicos pode ajudar na análise de dados?

Trabalhar com análise de dados significa aumentar exponencialmente a produtividade da empresa por conta do uso racional dos recursos humanos; significa reduzir os custos com a Gestão de Pessoas, dar mais velocidade a processos, diminuir erros e ampliar o tempo de vínculo de cada profissional na empresa.

Mas o passo inicial para chegar a esse ponto é abandonar o papel e a caneta, haja vista que não há como agregar dados em um sistema de Big Data se todo seu patrimônio informacional está em âmbito físico.

Se sua empresa ainda trabalha com arquivamento físico de contratos, contracheques e recibos de pagamento, é fundamental abandonar o papel  e estabelecer a assinatura eletrônica como um marco, a partir do qual todos os documentos terão seu ciclo de vida em nuvem (o que significa ter uma solução de assinatura eletrônica com módulo de gestão de documentos digitais).

Uma solução de assinatura eletrônica da DocuSign, por exemplo, permite que qualquer documento sejam assinados pelo celular (em poucos minutos), ainda que os interessados estejam em áreas geográficas diferentes. Permite também que recibos, templates, contratos sejam gerados e arquivados em nuvem, além de acabar com aquela montanha de pastas que confundem e minam a produtividade de seu RH. Esse é o marco inicial para implementar uma solução de análise de dados que traga os benefícios citados à sua empresa.

Por falar nisso, que tal testar gratuitamente, por 30 dias, a solução DocuSign de assinatura eletrônica? Experimente agora e sinta na prática os benefícios de se livrar de motoboy, autenticações notariais, acúmulo de papel e extravios! Seja bem-vindo à era dos negócios digitais, passo imediatamente anterior à imersão de Big Data no RH!

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