O que soluções como Salesforce, Netflix e Spotify têm em comum além da receita milionária e a liderança em seus respectivos mercados? A resposta está em seu modelo de oferecimento de serviços de TI, não mais por meio de instalações locais e venda de licenças, mas pelo uso escalável de uma mesma tecnologia replicável.

Estamos falando do SaaS (Software como Serviço), a evolução desta década na forma de comercialização e distribuição de softwares. Você pretende migrar para esse modelo dinâmico? Mas, se tudo será feito em nuvem, como fazer também assinatura de contrato SaaS e não perder o caráter digital de seu negócio?

Não importa qual seu segmento de atuação: pode ser comercialização de sistemas de gestão, streaming de vídeos ou aulas online. Pode ser até mesmo que seu business seja apenas uma adaptação desse modelo sobre serviços, afinal, já existem incontáveis casos de migração do varejo tradicional para o e-commerce, em que empresas (outrora físicas) passam a vender seus produtos de forma recorrente e mediante assinatura. Tudo pela internet.

É evidente que, para esse deslocamento funcionar, é preciso que tudo se dê pelos canais digitais. E é aqui que entra a assinatura de contrato SaaS. Vamos descobrir como esse rearranjo administrativo pode turbinar o ritmo de seus negócios?

Como o “mundo na nuvem” transformou o ambiente corporativo?

Até alguns anos, trabalhar na internet era sinônimo de apenas anunciar serviços ou produtos vendidos fisicamente, inclusive no caso das soluções de TI, cujos softwares eram gravados em CDs para instalação local. Cabia ao cliente comprar a licença do sistema, além de providenciar toda a infraestrutura necessária para que a aplicação rodasse a contento.

Mas não era só isso. Ainda era preciso pagar pelas atualizações, manutenções e compras sucessivas do mesmo aplicativo, a fim de que um técnico pudesse instalá-lo em todas as máquinas da empresa. Isso era levar tecnologia para dentro dos muros da empresa até meados da década de 2000 (bem antes de chegarmos à digitalização total dos negócios, inclusive com assinatura de contrato SaaS). Mas, com o desenvolvimento da computação em nuvem, esse cenário mudou drasticamente.

O que se chama hoje de “cloud computing” é, provavelmente, a mais importante porta de entrada para tecnologias disruptivas que vieram em seguida (e que continuam sendo implementadas na atualidade), como Big Data, Internet das Coisas (IoT), realidade virtual/aumentada etc.

Após a popularização do uso da nuvem, o desenvolvimento das tecnologias móveis de comunicação abriu espaço para que quase todos os negócios passassem a ser ofertados exclusivamente na internet:

  • na educação, os cursos a distância poupam tempo dos estudantes, reduzem custos educacionais e personalizam o aprendizado;
  • na saúde, monitoramento e acompanhamento médico passam a ser feitos por sistemas eletrônicos;
  • nas empresas, toda a gestão se centraliza em um sistema único, fonte de inteligência de negócios que agrega análise de dados e armazenamento de informações financeiras, contábeis, jurídicas e comerciais;
  • no entretenimento, a indústria de CDs e as videolocadoras foram devastadas pelo oferecimento contínuo dos mesmos serviços em plataformas eletrônicas, altamente escaláveis e multi-inquilinas (inclusive contando com o modelo de assinatura de contrato SaaS, mediante confirmação eletrônica).

Qual a importância de vender tecnologia usando processos tecnológicos?

Toda essa mudança de paradigmas se apoia em Software como Serviço (SaaS), que provê mais comodidade ao cliente, facilita a inovação, ajuda a empresa a conhecer melhor seu público (pela intensa coleta/análise de dados no processo de uso dos serviços) e, principalmente, derruba imensamente os custos, dado que o mesmo produto é replicado de forma quase ilimitada.

Pois bem, mas, para tudo isso funcionar, é preciso que todos os processos internos sejam feitos em nuvem (da captação à renovação), o que passa também pela fase de assinatura do contrato. Afinal, não faz sentido, por exemplo, oferecer softwares por assinatura (com pagamento recorrente automático), mas forçar o cliente a ir à sede da empresa assinar contratos em papel.

Na verdade, seria até antagônico oferecer tecnologia digital e trabalhar de forma analógica, concorda? É por isso que, independentemente do seu ramo de atuação, antes de entregar o serviço mais high tech do mercado, é preciso que seus processos também sejam high tech. E esse é um passo anterior.

A propósito, como os contratos são firmados em sua empresa? Em tempos de máquinas automatizadas e computação neuromórfica, o mínimo que sua companhia deve entregar ao consumidor é a assinatura de contrato SaaS, trocando a morosidade do papel, bem como suas burocracias correlacionadas, por uma autenticação feita em poucos segundos. Isso ajuda, inclusive, a dar mais credibilidade ao seu negócio.

Por que ter assinatura de contrato SaaS?

Ainda que seu negócio não seja exatamente SaaS, você pode se beneficiar de tecnologias que usam esse modelo. Por exemplo, embora não seja possível oferecer locações de imóveis como a Netflix oferece filmes, há muito o que se aproveitar dessa nova forma de enxergar a internet: no mercado imobiliário, todo o processo de captação, visita e assinatura de contratos de aluguel pode deixar de ser físico para se tornar digital (usando ferramentas SaaS).

É o que têm feito muitas imobiliárias modernas, que investiram plataformas com imagens 3D dos apartamentos disponíveis para visita e vistoria online, atendimento 24 horas por bots, captação automatizada em sites especializados e, é claro, fechamento do contrato sem necessidade de comparecimento à administradora.

Neste último caso, isso se torna possível com uma plataforma de assinatura eletrônica (que, aliás, também funciona em nuvem, e no modelo SaaS), por meio da qual todas as firmas são apostas em poucos minutos, reduzindo o tempo de fechamento do negócio em mais de 70%.

Poucas coisas são tão simples quanto fazer uma assinatura de contrato SaaS. Basta se logar no sistema, protegido por recursos criptográficos de nível de segurança bancário, fazer o upload do documento, indicar com o cursor os locais a serem assinados (bem como os nomes e e-mails dos interessados), fixar sua assinatura (importando a imagem ou assinando sobre o tablet), clicar em “enviar” e… prontinho! Em poucos minutos, os demais signatários receberão um link em seus e-mails, bastando abri-lo para completar o processo!

Foi com essa mentalidade de transformação digital que a Imobiliária bambuí reduziu o tempo de locação de 5 a 7 dias úteis para 48 horas. Números semelhantes aos alcançados pelo Banco Inter, que diminuiu seu custo médio de logística em até 75%, e pelo iFood, que viu o tempo de negociação com os restaurantes cair 133% em 2016 após a celebração de contratos por assinatura eletrônica.

Ou seja, não é preciso atuar no modelo SaaS para se beneficiar da tecnologia como serviço. A otimização de resultados trazida por essa nova perspectiva se aplica a qualquer empresa.

A propósito, qual o segmento de seu negócio? Já pensou em deixar de lado a caneta e o papel em nome da agilidade e eficiência da assinatura de contrato SaaS? Deixe abaixo seu comentário!

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