Esqueça os métodos tradicionais de plantio e manuseio do gado. Na agricultura 4.0, será difícil ser competitivo sem trazer robôs, computação em nuvem e sensores para o dia a dia de sua produção.

Melhoramentos genéticos em sementes para aumentar a qualidade da safra, sobrevoo de drones para monitoramento das necessidades do solo e rebanho, instalação de microchips em pulverizadores visando à aplicação precisa de defensivos em cada hectare são alguns exemplos do uso da tecnologia no campo.

Em algumas nações desenvolvidas, já há casos de colheitas totalmente automatizadas. Já existem também cases de robôs especializados em remover determinados tipos de ervas daninhas, além de sensores que controlam, à distância, temperatura, umidade e nível de alimentação dos criadouros.

Em uma era em que tecnologias físicas, digitais e biológicas são agregadas ao agronegócio para aumentar a produção e reduzir desperdícios, como sua propriedade deve se adequar a essa que é chamada de 4ª Revolução Industrial? Descubra agora por que é urgente que seu negócio se modernize em direção à agricultura 4.0!

Afinal, o que é agricultura 4.0?

Segundo o IBGE, 93% dos agricultores brasileiros têm smartphones e os utilizam para os mais variados propósitos. A mobilidade digital chegou ao campo inicialmente para prover dados ao produtor, principalmente sobre as condições climáticas futuras. Mas essa facilidade abriu as portas para um infinito de possibilidades no campo.

Com o tempo, outros recursos foram sendo trazidos para o dia a dia rural, como sistemas de gestão agropecuária e a implantação de sensores que coletavam dados para armazenamento em nuvem e trabalho posterior com Big Data.

Aos poucos, chips instalados em máquinas passaram a enviar informações do plantio a um centro de dados; imperfeições no manejo animal eram detectadas por meio de drones ou satélites. De repente, as tecnologias digitais passaram a levar a agricultura de precisão a um novo patamar. Parece enredo de filme de ficção científica, mas não é: tudo isso já faz parte da realidade de muitos polos agroindustriais.

Agricultura 4.0 é o nome que se dá a esse processo de produção inteligente no campo, em que plantio e criação são otimizados por sistemas capazes de tomar decisões, monitorar 24h a área produtiva, prover dados em tempo real e até mesmo avisar o produtor quando está na hora de desmamar um bezerro.

Qual a importância dessa agricultura digital?

Antigamente, o agricultor demorava meses para entender, com base em sua experiência e no processo empírico de tentativa e erro, por que sua colheita havia sido inferior ao esperado. A nutrição disforme do solo e a alimentação ineficiente do rebanho, por exemplo, gerava prejuízos difíceis de serem contornados.

A impossibilidade de controlar permanentemente os ruídos externos ao comedouro, as condições climáticas imprevisíveis e a agressão de agentes nocivos ao solo também prejudicavam os resultados no campo. Isso sem falar no desperdício de insumos por conta do manejo com base apenas na “intuição”.

agricultura 4.0 chega exatamente para oferecer o gerenciamento pleno de todas as variáveis produtivas, automatização no processo de plantio (preparo, semeadura, colheita) e tratamento animal, além de municiar a propriedade com dados (como série histórica da safra) que podem ser utilizados em pesquisa.

Esse nível de profissionalização da produção rural torna impossível a sobrevivência de fazendas que ainda insistem em trabalhar como se estivéssemos ainda nos anos 90. A computação cognitiva, a mobilidade e a Internet das Coisas exigem dos produtores imediata atualização, sob pena de perda total de competitividade.

Quais são os recursos adotados na agricultura 4.0?

A lavoura na era dos negócios digitais é controlada remotamente (e por telemetria) a partir do smartphone ou tablet do produtor. Sensores são acoplados a todo o maquinário, fornecendo não somente dados do solo/confinamento, mas também do próprio desgaste do equipamento (como necessidade de reparos/manutenção). Como todo o trabalho é feito de forma autônoma, há, inclusive, a possibilidade de execução de trabalhos 24 horas por dia.

Dados de câmeras instaladas na área de produção, drones e satélites também são coadunados com informações de sistemas meteorológicos. O cruzamento eletrônico de todas essas fontes permite inferir o melhor período de adubação, nível de alimentação ideal, ajuste automático da ventilação e probabilidade de doenças na suinocultura/avicultura/bovinocultura.

Outra tecnologia que já começa a ser usada no campo é a assinatura eletrônica, que permite que um vendedor remeta um contrato para um cliente de outro Estado, de forma que este último consiga concluir uma transação registrada no interior de Mato Grosso, ainda que esteja no metrô de São Paulo, por exemplo. Um bom exemplo é o caso da Souza Cruz, que utiliza a assinatura eletrônica para fechar acordos c

Como essas plataformas de assinatura permitem a autenticação de documentos baixados anteriormente, mesmo que no momento da assinatura não haja sinal de internet, cria-se a possibilidade de assinar contratos, duplicatas e relatórios a partir do smartphone, independentemente da qualidade da rede de dados no local.

Já há inclusive relatos na agronomia de receituários agronômicos chancelados eletronicamente. É a tecnologia provendo rapidez e desburocratização aos processos do campo.

Como preparar-se para essa revolução digital?

A necessidade de levar sua fazenda à agricultura 4.0 é imediata, mas, evidentemente, não é possível criar esse ambiente digital de um dia para o outro. Não adianta, por exemplo, falar em implementar sensores em tratores se em sua fazenda sequer tem sistemas de gestão agrícola.

O primeiro passo para conectar integralmente sua área de produção é levar a rede móvel para dentro das porteiras de sua agroindústria ou lavoura. Implementar um bom sistema de gestão e eliminar a tramitação de papel em seus processos (universo paperless) também é essencial.

Conforme já citado, outra iniciativa fundamental é ter uma plataforma de assinatura eletrônica, a fim de dar mais celeridade às suas transações e armazenamento de documentos. Como todos os seus arquivos passarão a ser alocados em nuvem, essas medidas, por si mesmas, já asseguram algum nível de mobilidade à propriedade rural.

Uma vez que essas medidas iniciais sejam implementadas com êxito, passa a ser possível avançar em direção à implantação de microchips, drones e interligação de dados por meio de sistemas de computação cognitiva.

O que é inimaginável é continuar alimentando seu rebanho com base em planilhas no Excel ou em relatórios manuscritos colados na porta do criadouro, concorda? É preciso prover agricultura de precisão em seu negócio!

Você tem em suas mídias sociais parceiros que não estão em sintonia com a modernização e tecnologias? Então compartilhe este conteúdo com eles e alerte-os sobre a urgência em migrar seus processos para a agricultura 4.0! E caso tenha mais interesse, realize um teste grátis da plataforma da DocuSign.