6 tendências de digitalização no Brasil que você deve conhecer

homem realizando call na sala da sua casa enquanto come um sanduiche

A utilização de novas tecnologias otimiza processos e melhora o relacionamento com clientes, agregando valor. Mais do que isso, as soluções adotadas promovem a inovação — fator-chave para o sucesso do negócio. Mas quais são as tendências de digitalização no Brasil que podem levar a esse objetivo?

O público consumidor se tornou digital e as organizações precisam se adaptar a essa realidade para atender às novas demandas do mercado. Embora essa transformação tenha iniciado com as mídias sociais, que mudaram a forma como nos comunicamos, é uma realidade que vai muito além. É importante que as companhias adotem essa nova estrutura, a fim de lapidar as atividades operacionais e conquistar mais clientes.

Pensando nisso, selecionamos tendências de digitalização no Brasil que você precisa conhecer agora mesmo. Confira todas elas, a seguir.

1. Estudo a distância

Na área da educação, o ensino a distância ganhou muita notoriedade nos últimos anos, graças à adoção de novas tecnologias. Isso permitiu que professores pudessem flexibilizar o modo de lecionar seus alunos.

Devido às restrições de contato físico que surgiram a partir de 2020, nos próximos anos, todas as modalidades de instrução (desde a educação básica até os cursos profissionalizantes) poderão não ser mais 100% presenciais, adotando um modelo híbrido entre o presencial e o digital.

Algumas tendências apontam para o estudo colaborativo, embasado em projetos, a fim de levantar discussões, sugerir ideias e dar instruções mais aprofundadas. Os alunos podem aprender o conteúdo em qualquer lugar, basta que participem das aulas de vídeo ao vivo junto aos colegas e o corpo do docente em um horário específico.

2. Judiciário remoto

O segmento judiciário passou por uma mudança considerável na última década, mas a evolução não foi uniforme, deixando alguns processos ainda no papel. Só que a digitalização recente favoreceu as rotinas do setor, como as plataformas de videoconferência, que permitem as audiências online.

Essa transformação não para por aí, pois os processos judiciais estão prestes a ficar totalmente eletrônicos, por causa da integração entre tribunais e uso da Inteligência Artificial para automatizar tarefas que, hoje, são feitas por pessoas. Desburocratização é a promessa para breve.

3. Atendimento online com foco na experiência do cliente

Já ouviu falar em omnichannel? Nada mais é do que um recurso que integra vários canais de contato para uso dos consumidores, clientes e pacientes. Conceder diversas opções para estreitar os limites entre o online e o offline é a chave para captar e fidelizar o público. Veja alguns exemplos:

  • e-mails: não saem de moda e permitem uma interação rica de informações, sem falar no excelente custo-benefício;
  • aplicativo de mensagens instantâneas: apps como WhatsApp e Telegram já fazem parte do nosso dia e, de forma gradual, as pessoas apostam em sua praticidade no momento de contatar empresas;
  • chat automatizado: os chatbots existem para solucionar dúvidas e pendências simples, como saber o horário de funcionamento de um recinto ou enviar segunda via de boleto;
  • chamada de vídeo: o atendimento em vídeo é a nova sensação para solucionar casos mais complexos ou fechar vendas, pois une a facilidade do contato online com interação face a face.

Como visto, o foco é a experiência do cliente com a personalização do contato estabelecido com a empresa. Afinal, em um mundo completamente imerso em disparos automáticos, sentir-se valorizado, compreendido e bem atendido é uma raridade.

Nesse sentido, é necessário que cada consumidor tenha suas necessidades individuais supridas com rigor. Para isso, é importante ter um conhecimento aprofundado sobre cada perfil de público por meio de tecnologias, como Big Data e CRM.

4. Telemedicina

A era tecnológica também favoreceu o contato entre médico e paciente. Celulares, computadores e tablets transformaram a telemedicina em algo mais robusto, chamado de saúde digital ou eHealth.

Dessa forma, esse recurso otimiza o tempo das consultas clínicas e diminui custos operacionais, principalmente, quanto ao deslocamento de pessoas. Veja, a seguir, quais são as áreas desse segmento que estão em alta.

Teleconsulta

A teleconsulta nada mais é do que uma consulta realizada por algum canal de comunicação. No nosso país, o Conselho Federal de Medicina estabelece que o primeiro atendimento precisa ser presencial, sendo permitido o online do segundo em diante. Exceções são válidas somente para pacientes que moram em regiões longínquas.

Telediagnóstico

É a emissão de laudos e receitas médicas a distância. Tudo é feito pelo médico por meio das tecnologias da informação. Esses documentos são autenticados por um sistema que valida a assinatura e o CRM do profissional da saúde.

Teleinterconsulta

Isso pode acontecer na hora de definir diagnósticos ou cirurgias. O médico abre espaço para um segundo especialista. A teleinterconsulta ocorre quando outro profissional aceita o convite para acessar o aplicativo de videoconferência. É essencial para dar uma orientação mais completa para o paciente.

Telemonitoramento

O profissional da saúde acompanha seus pacientes de forma remota. Isso é bastante comum com idosos e pessoas com doenças graves ou crônicas, pois permite analisar as condições de saúde em tempo real.

5. Documentos online

A digitalização no Brasil não para de surpreender. O reflexo dessa realidade veio com a nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), além da emissão de documento em ambiente digital. Com a geração e o arquivamento de informações de forma virtual, é possível liberar espaços, economizar com armazenamentos e facilitar a localização de documentos.

Tudo é feito por meio de serviços de nuvem que podem ser acessados em qualquer lugar do planeta, a qualquer hora, sem a necessidade de instalar softwares. Essa inovação (que veio para ficar) é ótima, pois desburocratiza as tarefas e elimina processos manuais.

6. Assinatura eletrônica de documentos

Pegando gancho na tendência anterior, a assinatura eletrônica de documentos é uma inovação que potencializa a gestão documental. Isso porque ela facilita a vida de empresas e pessoas, além de ter validade jurídica, como as feitas a caneta.

Essa ferramenta valida a assinatura de forma 100% eletrônica, gerando autenticidade, praticidade e segurança aos usuários. Sem contar que favorece a redução de custos com envios postais e dinamiza a formalização de demandas de assinaturas provenientes de receitas médicas, deferimento de matrículas na área de educação, abertura e fechamento de contratos trabalhistas, consentimento de acordos judiciais, atas de reuniões de condomínio, contratos de compra e venda e etc.

Podemos concluir que a maioria das tendências de digitalização no Brasil já são realidade. Algumas estão apenas em processo de adaptação e consolidação para atender às demandas das empresas e do mercado consumidor. Nesse sentido, instituições que investem em transformação digital têm tudo para se sobressair diante da concorrência.

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